Saúde

Siderópolis registra primeiro foco das larvas do Mosquito da Dengue

Aedes aegypti

Foi realizada uma vistoria num raio de 300 metros do foco

Por Laura Bazzei01 de fevereiro de 2025 2 min de leitura
Divulgação/Prefeitura de Siderópolis

A Secretaria de Saúde de Siderópolis registrou nessa semana o primeiro caso de foco do mosquito Aedes aegypti. O caso aconteceu em uma das armadilhas monitorada pelas agentes endêmicas instalada na área industrial do município.

Conforme a secretária de Saúde do município, Tayná Consoni, todos os protocolos foram aplicados e o caso já está sendo monitorado. Foi realizada uma vistoria num raio de 300 metros do foco, visitando empresas e casas dos moradores próximos, passando as orientações.

Conforme a agente de endemias Nádia de Menech, a empresa foi muito atenciosa e já atendeu a todos os pedidos feitos pelas agentes. “Foi realizada uma limpeza geral no pátio e ainda uma reunião com todos os funcionários que trabalham no local, com a distribuição de materiais orientativos”, informa.

Conforme Nádia, a armadilha onde foi verificado o foco foi substituída por uma nova. Já a antiga foi recolhida e incinerada, já que ainda há possibilidade de haver novos ovos e eclodirem em 180 dias. Uma nova revisão geral será realizada em 20 dias.

Já a armadilha receberá uma nova verificação na próxima semana, já que o procedimento de vistoriar as armadilhas é feito semanalmente junto as 70 armadilhas espalhadas pelo município. Ainda são feitas a cada 15 dias visitas em pontos estratégicos, como cemitérios, postos de combustíveis e borracharias.

Cuidados

A Secretaria de Saúde ainda reforça os cuidados que a população deve ter para evitar a proliferação das larvas, como a verificação de potes de água de pets e flores, piscinas, materiais que possam acumular água. “Um copo de plástico ou até uma tampinha de garrafa são suficientes para o mosquito se reproduzir”, explica Nádia.

Verificação

No processo de verificação, quando as agentes encontram larvas, elas coletam e enviam as amostras para análise na Regional de Saúde do Estado de Santa Catarina. “Sempre que encontramos algum recipiente com água, fazemos a análise para verificar se há larvas. Além disso, viramos os objetos e buscamos deixar tudo de cabeça para baixo, para evitar o acúmulo de água”, pontuou Nádia.

Colaboração: Antonio Rozeng e Jatene Macedo/Comunicação Prefeitura de Siderópolis

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