Sindisaúde dá prazo ao governo do estado e ameaça paralisação no Hospital Materno-Infantil Santa Catarina
Criciúma
Assembleia realizada nessa terça-feira definiu andamento das negociações

O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde) encaminhou nessa semana a pauta de reivindicações referente aos trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC) para a Secretaria de Saúde do Estado.
De acordo com o presidente do Sindisaúde, Cléber Ricardo da Silva Cândido, a última assembleia realizada nessa terça-feira, dia 24, definiu que as negociações serão feitas diretamente com o governo, e não mais com o Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), atual gestor da unidade.
“A partir de agora vamos tratar com eles, tendo um prazo de cinco dias para debater, tratar e resolver a situação do hospital. Caso não resolver nesse período a gente vai fazer paralisação por tempo indeterminado, ou seja, greve”, afirmou Cândido.
Entre os principais problemas relatados, estão a falta de depósito do FGTS, inconsistências no pagamento do complemento do piso salarial, dificuldades relacionadas a empréstimos consignados e outras pendências trabalhistas que têm impactado diretamente os profissionais da saúde.



