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Sinte realiza manifestação por melhores salários

Educação

Trabalhadores da educação querem mais direitos

Por Jessica Rosso Crepaldi26 de abril de 2023 2 min de leitura
Divulgação

Após 26 dias de negociações com o governo estadual, o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Estadual (Sinte) de Santa Catarina, organiza atos para reivindicar direitos. Nesta quarta-feira, 26, as regionais, incluindo a regional de Criciúma, se reuniram às 17h30 para pedir por melhores salários, entre outras demandas. De acordo com o professor e coordenador da Regional de Criciúma do Sinte, João Pessoa, os dois últimos encontros que estavam agendados com o governador Jorginho Mello não ocorreram.

Os motivos foram diferentes para os dois momentos, no primeiro a alegação de problemas de saúde e no segundo a falta de propostas para a categoria por parte do governo. “Como a negociação está andando a passos lentos, o Sinte decidiu fazer os atos nesta quarta-feira e comunicou a secretaria estadual. Com isso, o governo agendou um novo encontro que ocorreu ao mesmo tempo que os atos espalhados pelo Estado”, disse Pessoa.

Estiveram presentes na reunião o secretário de Educação de Santa Catarina, Aristides Cimadon, o secretário da Fazenda, Cleverson Siewert, e o secretário da Administração do Estado, Luiz Antônio Dacol. “A nossa principal reivindicação são os salários, mas também a aplicação do piso com descompactação da tabela salarial, o reajuste no vale-alimentação, a revogação do confisco de 14% dos aposentados e o pedido pelo concurso público para educação”, explica o coordenador do Sinte- Regional de Criciúma.

Manifestações pelo Brasil

Além das reivindicações no estado catarinense, o dia 26 de abril está sendo de luta em todo o Brasil. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) declarou o dia de greve nacional em defesa da educação pública no país. “O Sinte/Santa Catarina decidiu por aderir o movimento com esses atos espalhados pelo estado, apoiando a causa e lutando pelos direitos dos professores estaduais catarinenses”, conta Pessoa.

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