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Skatistas do STU conhecem a Mina de Visitação e o Parque Astronômico em Criciúma

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Tour foi promovido pela Administração Municipal e teve a participação de mais de 50 pessoa

Por Jessica Rosso Crepaldi23 de fevereiro de 2023 2 min de leitura
Tiago Silva e Ana De Mattia

Uma imersão na história de Criciúma e que finalizou com uma viagem pelos astros. Os skatistas, familiares e staff do STU tiveram uma experiência diferente na noite da última quarta-feira, dia 22. Mais de 50 pessoas participaram de um tour e visitaram a Mina de Visitação Octávio Fontana e o Parque Astronômico Municipal Albert Einstein. Pelo terceiro ano consecutivo, Criciúma abre o calendário de competição. A primeira etapa da disputa iniciou nesta quinta-feira, dia 23 com a modalidade Street.

“Queremos que os atletas e as pessoas que montam essa competição conheçam e vivam Criciúma por duas semanas. Queríamos proporcionar a eles, o que eles vão nos proporcionar: uma experiência única. Por um dia, eles conheceram a nossa história e o que molda a nossa cidade, além de ter uma experiência única e de aprendizagem com o nosso Parque Astronômico. É um orgulho para gente sediar um evento nacional e colocar Criciúma aos olhos do Brasil”, frisou o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro.

Na sua quarta visita a cidade do carvão, a skatista Victoria de Souza Bassi, de 15 anos, comenta que adora vir no município e passear nas atrações. “Eu gosto muito daqui e tem muitos lugares incríveis. Tem a Mina de Visitação e, agora, é a primeira vez que estou num Parque Astronômico, é tudo muito incrível. A visita está me ensinando muita coisa, porque o que estou aprendendo aqui é o que estou aprendendo na escola, por coincidência”, completou a skatista da modalidade Park.

Para o repórter da transmissão do campeonato do STU, Vitor André Rodrigues de Oliveira, a cultura do skate e da cidade foi o que mais o impressionou na visita. “A cultura do skate é muito forte na cidade, a cultura em si. A gente compete em várias cidades, nenhuma tem isso, essa tour, e mostrar essa cultura de verdade, acho que foi a cultura de Criciúma que mais me pegou”, falou. Já de ‘baixar’ a mina, ele afirma que foi uma experiência única. “Foi a primeira vez que fui numa mina e aquilo foi muito irado. Tipo assim, no Brasil, o único lugar que tem isso é aqui”, completa.

Colaboração: Ana De Mattia

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