Suprema Corte dá nova derrota a Trump
Estado do Texas tentava influenciar no resultado da eleição em estados decisivos

A três dias para a eleição do novo presidente dos EUA pelo Colégio Eleitoral e com os votos oficializados em todos os estados, a Suprema Corte negou uma liminar aos republicanos do estado do Texas. A liminar permitiria que o Texas parasse o processo que conduz o democrata Joe Biden para assumir a presidência dos EUA no dia 20 de janeiro.
Na segunda-feira (14), os eleitores do Colégio Eleitoral votam para escolher o presidente. É uma formalidade que precisa ser cumprida para Biden iniciar seu mandato. Pouco noticiada em eleições anteriores, a eleição, que acontece na capital de cada um dos estados, ganhou destaque internacional com a contestação dos resultados da eleição de 3 de novembro pelo atual presidente Donald Trump.
Como não existe eleição nacional, compete a estados apresentarem seus resultados oficialmente. O Texas, através de sua Procuradoria estadual, visava parar o cronograma eleitoral para que fosse ouvido sobre as supostas fraudes ocorridas durante a votação em estados decisivos, como a Geórgia e Pensilvânia.
A visão da Suprema Corte dos EUA, expressa na decisão negando a liminar, é que cada estado cuida de seu processo eleitoral, não cabendo a outro estado entrar no mérito. A decisão reitera que o estado do Texas falha em não comprovar que eventuais problemas ocorridos em outros estados possam prejudicar o próprio estado.



