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Tencati lamenta resultado, cobra jogadores e afirma que Criciúma terá dificuldades no Catarinense
Tigre empatou em 1 a 1 com o Caravaggio na tarde deste domingo, dia 19
Por Rafaela Custódio
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O Criciúma empatou por 1 a 1 com o Caravaggio na tarde deste domingo, dia 19, pela 3ª rodada da Série B do Campeonato Catarinense. O duelo foi disputado no estádio da Montanha, em Nova Veneza. Mil torcedores do Tigre acompanharam a partida e protestaram após o resultado.
Após o jogo, o técnico Cláudio Tencati analisou o desfecho da partida e cobrou mais desempenho de seus comandados. “Hoje faltou comportamento. Gramado ruim? Vamos enfrentar. Dificuldades? Vamos enfrentar. O Caravaggio veio com espírito de Copa do Mundo. Nossa marcação foi frouxa. Como tomamos o gol com um lance frouxo. Foi muito mais culpa nossa”, analisou.
Assim como no Campeonato Brasileiro, o Criciúma mais uma vez teve um jogador expulso. Desta vez, Renan Bressan. “Eu não jogo, eu faço orientações. Quando o Léo Costa foi expulso diante do Cruzeiro, ele foi multado e chamado atenção. Cobramos o elenco”, afirmou.
Os torcedores do Tigre que compareceram ao estádio da Montanha cobraram muito o atacante Hygor, mas Tencati ressaltou a importância do atleta. “O Hygor tem dois gols na temporada. Ele é competitivo e é o mais fundamental da parte dele. O futebol é feito de momentos e, quando as coisas não acontecem, você arruma culpados. Quem nós temos para colocar? Temos que esperar a janela abrir para melhorar a equipe. Estamos fazendo o que é possível”, destacou. “O Criciúma tem que contratar e estamos analisando nomes. Não é culpa do planejamento. Mas alguns jogadores precisam mostrar mais”, completou.
Apesar das cobranças dos torcedores, Tencati ressaltou que os objetivos do clube estão sendo cumpridos. “Qual objetivo do Criciúma na Série B do Brasileiro? A permanência e hoje estamos em 9º lugar. No Catarinense, o objetivo é classificar entre os oito times. É apenas a terceira rodada”, comentou.
Tencati ainda afirmou que a pressão externa não pode afetar o elenco. “Internamente temos que saber o que estamos fazendo. Na minha opinião, se não tiver tranquilidade e começarmos a perder o controle, é onde o Criciúma terá problemas. A direção tem que ter o controle”, finalizou.



