Educação
Time de robótica da Escola S visa o pódio em competições nacional e mundial
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Pensando em movimentar a comunidade F1 Schools, programa que desafia estudantes a criarem empresas para competir em uma pista de corrida em miniatura, jovens que fazem parte do time de robótica (equipe Spark) da Escola S de Criciúma irão promover no dia 21 de março o ‘SparkUP’.
Um dos objetivos do evento é trazer informações sobre empreendedorismo, inovação e tecnologia para o público em geral, além de alcançar o pódio no nacional e mundial, mas para isso acontecer é necessário atender diferentes demandas.
Anteriormente, em março de 2020, os integrantes da Spark já haviam se classificado para a competição mundial do F1 in Schools, além de serem reconhecidos como a melhor nas categorias patrocínio e marketing e portfólio e estande na disputa promovida pela Fórmula 1.
Na época, nove empresas apoiaram a execução do projeto. A ideia, segundo o integrante da equipe, Pedro Lage, é dar continuidade ao trabalho já realizado.
“São diversas etapas que contam para a somatória final, como a corrida, engenharia do carro, como montaram a empresa, levantamento de recursos, ações de marketing. Esse evento que estamos fazendo vai implicar em todas as áreas. Estamos ansiosos para fazer algo que ninguém nunca fez no mundo. A gente pesquisou, foi atrás e no mundo inteiro, nenhuma equipe fez isso, e na estrutura que vamos fazer muito menos. A expectativa é a maior possível”, conta Pedro.
O evento, que vai ser transmitido pelo canal da equipe no Youtube (bit.ly/3sOhZLs), irá contar com a participação de profissionais de diferentes áreas. Felipe Moller, Filipe Colombo, Fábio Azevedo, Julio DeLuca e Mariana Ferrão são alguns dos nomes já confirmados, a programação ainda está sendo fechada e pode ser conferida em instagram.com/spark.brazil. Haverá momentos de interação entre convidados, equipe e quem estiver assistindo.
“A Spark acredita que para ‘bater de frente’ na etapa mundial, precisamos ter uma disrupção. Hoje, nós observamos o Brasil num nível educacional mediano. As equipes acabam não compartilhando conhecimento, muitas vezes, pelo individualismo, é uma querendo ganhar da outra. Só que se a gente não entender e não compartilhar o conhecimento, nós nunca vamos ter uma base forte. Na parte estratégica para podermos ganhar, acreditamos que essa vai ser uma ação fundamental de marketing, de movimento de mídia. Nós temos que tratar essa competição com uma empresa, não somos apenas um projeto estudantil”, ressalta o jovem.
O professor de robótica da Escola S de Criciúma, Cleber Marinho, explica a importância do evento para o resultado final das competições. “Essa é uma ação do time Spark, totalmente organizada por eles. O evento tem o cunho de movimentar a comunidade F1 Schools nas escolas para gerar engajamento, mais alunos participando e tirar dúvidas de avaliações do torneio. A expectativa é muito bacana, pois esperamos movimentar além da comunidade de alunos do F1, pessoas interessadas no mundo corporativo”, complementa Marinho.
Colaboração: Clara Fernandes



