Vacinas contra febre amarela serão disponibilizadas no Parque dos Imigrantes
Saúde
Ação ocorre neste domingo, dia 21, das 15 às 18 horas, para toda a população

Para aqueles que ainda não estão imunes ao vírus da febre amarela, o furgão da Secretaria Municipal de Saúde estará disponível neste domingo, dia 21, no Parque dos Imigrantes, para vacinar a população contra a doença. A ação será realizada pelo Programa de Imunização, das 15 às 18 horas. Os interessados devem apresentar o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) ou a carteira de vacinação.
Segundo a coordenadora do Programa de Imunização da Vigilância Epidemiológica, Patrícia de Carvalho, menos de 60% da população está vacinada. “A febre amarela é uma doença grave e já foram constatados alguns casos em Santa Catarina, podendo chegar a Criciúma. Por isso, nossa intenção é imunizar toda a população o mais rápido possível”, afirma.
Podem ser vacinados aqueles que tem de nove meses até 59 anos. Mulheres em fase amamentação de crianças de até seis meses ou grávidas não podem receber a dose. Também há restrições para pessoas que estão fazendo tratamentos que diminuem a imunidade, além daqueles que são propensos a ter anafilaxia, uma reação alérgica grave. Pessoas com doenças crônicas devem apresentar autorização médica.
Ação contra a hepatite
Também será realizada uma ação contra a hepatite, por meio do Programa de Hepatites Virais, em parceria com o Rotary Club. O evento ocorre no dia 27 de julho, das 9 às 12 horas, na Praça Nereu Ramos. Serão ofertados testes de hepatites B e C, orientações sobre prevenção, bem como imunizações contra a hepatite B e febre amarela.
De acordo com a coordenadora do Programa de Hepatites Virais, Fabiana de Brida, as hepatites são doenças silenciosas e muitas pessoas podem estar contaminadas sem saber. Dessa forma, com a oferta dos testes rápidos, novos casos serão diagnosticados e 95% irão evoluir para cura, garantindo que a doença não evolua para uma cirrose ou câncer hepático. “Por trás de cada paciente, existe uma família que adoece e sofre junto. Por isso, a nossa preocupação vai além do paciente”, comenta.



