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Vagner Espindola cobra melhorias no transporte público e defende mais linhas em Criciúma

Analisou

Espindola ressaltou que foi criada uma comissão permanente para encontrar alternativas

Por Rafaela Custódio29 de maio de 2026 2 min de leitura
Divulgação

O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, falou na manhã desta sexta-feira, dia 29, sobre o transporte público municipal. O chefe do Executivo garantiu que não está satisfeito com as linhas atuais, que precisarão ser atualizadas.

“A prefeitura e a cidade não estão contentes [com as linhas]. Tenho batido muito forte com relação ao consórcio. Nós precisamos aumentar o número de linhas e também ter mais horários, mas temos uma concessão e um contrato de muitos anos. Então, estamos revisitando esse contrato quase que permanentemente. Houve uma apreensão de ônibus de uma das empresas do consórcio, e a empresa e o consórcio vêm cobrando da agência reguladora um desequilíbrio no valor deste contrato, e isso não é de agora. Esse reequilíbrio que eles cobram já vem de anos. Essa é uma situação que precisa ser reconhecida pela agência contratada para isso, e ela fez todos os estudos e reconheceu, de fato, que há esse reequilíbrio”, comentou o prefeito em entrevista ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.

Espindola ressaltou que foi criada uma comissão permanente para encontrar alternativas que tragam mais conforto aos passageiros. “Temos que encontrar uma equação melhor, trazer mais conforto para os passageiros e mais linhas, principalmente para as pessoas que estão nos bairros e precisam acessar o eixo troncal entre os terminais. A cidade já passa de 230 mil habitantes e só cresce. É importante dizer que, antigamente, mesmo com menos pessoas em Criciúma, havia mais usuários do transporte coletivo, porque não existiam, por exemplo, os aplicativos de transporte. As pessoas também não tinham tantos automóveis. Então, hoje, a disputa do ônibus passa a ser com essas outras alternativas”, observou.

O prefeito ressaltou que Criciúma já teve mais de 1,5 milhão de giros nas catracas, mas atualmente não passa de 700 mil. “A necessidade do subsídio é real e precisa existir, porque, senão, não há equilíbrio. Mas temos que encontrar formas”, destacou. Espindola comentou ainda que é necessário buscar alternativas para evitar um aumento no valor da tarifa.

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