Vereador relata preocupação com famílias do Pinheirinho após tombamento de vagões em Criciúma
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Parlamentar relatou que acidente poderia atingir residências caso ocorresse na região

O vereador Miri Dagostim (PP), presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Bairro Pinheirinho, manifestou preocupação com as famílias que vivem próximas à linha férrea em Criciúma, após um tombamento de vagões que interrompeu o trânsito no município, nesta terça-feira, dia 9.
O acidente aconteceu no bairro Renascer, mas, segundo o parlamentar, caso tivesse ocorrido no Pinheirinho, os danos poderiam atingir diretamente residências localizadas próximas aos trilhos.
Dagostim esteve no local acompanhando a ocorrência e informou que o trânsito segue interrompido nesta manhã, pois cinco vagões permanecem sobre a pista. “As equipes de segurança, como a Diretoria de Trânsito e Transporte (DTT) e a Polícia Militar (PM), estão adotando os procedimentos necessários”, afirmou em entrevista ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.
Ele ressaltou que muitas famílias residem em áreas inadequadas e sem condições dignas de moradia. “Graças a Deus o acidente não ocorreu no Pinheirinho, pois poderia ter atingido casas. A situação é muito séria. Precisamos fazer a transferência dessas famílias e garantir a realocação para locais dignos de se viver”, destacou.
De acordo com o vereador, o município já foi contemplado com 43 casas, por meio do programa Casa Catarina, do Governo do Estado. “Estamos aguardando algumas definições para iniciar a realocação das primeiras famílias. O prefeito Vagner Espindola também esteve em Brasília, participando do programa Casa Social, buscando recursos para a construção de mais moradias. Estamos estruturando estratégias para garantir melhores condições de vida a essas famílias”, explicou.

Programa Casa Catarina
O Casa Catarina é o maior programa habitacional da história do estado. Ele está sendo executado pela Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família e beneficia todos os municípios catarinenses com a construção de casas para famílias em situação de vulnerabilidade.
Por meio do Casa Catarina, o Estado repassa recursos para que as prefeituras façam a construção dos imóveis. Já os municípios são responsáveis pela doação do terreno, a licitação e a seleção das famílias contempladas com as casas, que custam R$ 114 mil a unidade.
Confira o vídeo divulgado por Dagostim no Instagram, na manhã desta terça-feira, dia 9:



