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Ambiente

Segundo caso

Vídeos: biólogos e veterinários tentam salvar cachalote-anão que encalhou em praia de Araranguá

Animal tem hábito oceânico e dificilmente é visto em águas rasas

Por Lucas Renan Domingos

2 min de leitura

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Foto: Educamar/Divulgação

Uma cachalote-anão com 2,4 metros de comprimento encalhou na tarde desta terça-feira, dia 24, na praia de Morro dos Conventos, em Araranguá. O animal está vivo e sob os cuidados de biólogos e veterinários da Educamar, que é responsável pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas.

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O cetáceo, da mesma subordem dos golfinhos, foi medicado, hidratado e estabilizado. Amostras também foram coletadas para a realização de exames. “O animal já recebeu o atendimento necessário para a estabilização. Agora inicia a organização dos próximos procedimentos para o sucesso de seu salvamento”, disse a coordenadora do Educamar, Suelen Santos.

Esse é o segundo caso de encalhe de uma cachalote-anão no Sul de Santa Catarina neste mês de março. O primeiro aconteceu no dia 8, na praia de Balneário Bellas Torres, no município de Passo de Torres. Apesar dos cuidados recebidos, o animal não resistiu, pois estava desnutrido, com ferimentos profundos na pele, com presença de parasitas na região do pescoço e no estômago. Além de apresentar processo inflamatório e congestão encefálica.

Espécie de águas profundas

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Tanto a cachalote-anão quanto a cachalote-pigmeu possuem hábitos oceânicos e vivem em águas profundas e dificilmente são avistadas próximas das praias. A cachalote-anão pode atingir cerca de 2,7 metros de comprimento e pesar aproximadamente 250 quilos, enquanto a cachalote-pigmeu pode chegar a quatro metros e pesar até 400 quilos.

Ambas se alimentam de lulas, pequenos peixes e crustáceos e estão na lista de espécies ameaçadas de extinção. Como estratégia de defesa, podem liberar um líquido escuro pelo intestino para despistar predadores.

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