Trabalho nos bastido
Wagner Lopes revela muito trabalho nos bastidores durante período de recesso
“Todo mundo pensa que ficamos sem fazer nada”, diz técnico do Criciúma
Por Redação Engeplus
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O elenco do Criciúma se reapresenta nesta tarde para dar início ao período de intertemporada. Diferente dos jogadores, que estão voltando ao trabalho após duas semanas de folga, o técnico do Tigre, Wagner Lopes, revela que teve pouco descanso e muito serviço durante o período de recesso no estádio Heriberto Hülse.
“Todo mundo pensa que ficamos sem fazer nada, muito pelo contrário, o trabalho continuou, com telefonemas, muita comunicação, mas o mais importante é aquele tempo para você repensar e programar o que será feito nessa intertemporada. Fizemos uma análise desses sete jogos que participamos aqui no Criciúma, os erros, os acertos, os prós e os contras. Ainda analisamos o que a gente precisa fazer para desenvolver um melhor relacionamento com os jogadores, com o nosso clube e o torcedor”, conta Wagner Lopes.
De acordo com o comandante tricolor, o período de recesso foi fundamental para revisar os métodos de treinamento e buscar reforços para a sequência do Campeonato Brasileiro. “A parada foi primordial. Uma que conseguimos descansar os jogadores e outra que nós tivemos tempo para vasculhar todo o mercado, procurar reforços, ver a melhor maneira de fortalecer o nosso grupo e revisar métodos de treinamento. Houve muito estudo e troca de informação com outros treinadores também. Quando tem uma parada a gente sempre procura saber o que os outros treinadores vêm fazendo na parte de treinamento e de evolução no método de construção de equipe”, destaca o técnico do Tigre.
Ainda conforme Wagner Lopes, os 30 dias de intertemporada serão utilizados para o grupo retomar a força física, além de promover ajustes e aprimorar a pontaria da equipe. “Essa preparação é muito importante para dar a base física e aguentar uma alta intensidade até o fim do ano. Espero conseguir, ao menos, dois jogos-treino e um amistoso. Acredito que será muito importante para voltarmos a treinar com intensidade que a gente quer e ao mesmo tempo sincronizar todos os princípios do modelo de jogo que passamos, com marcação pressão e maior movimentação, principalmente na parte ofensiva. Precisamos que nossos meias achem mais espaço e nossos atacantes se movimentam mais para conseguir finalizar mais a gol, acertando o gol. Fizemos apenas quatro gols. Não adianta chutar 50 vezes e não acertar o gol”, ressalta o comandante do Criciúma.



