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Comandante tricolor

Winck ressalta manutenção da invencibilidade e catimba do Paysandu

Por Redação Engeplus

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Foto: Caio Marcelo/www.criciuma.com.br

O Criciúma não apresentou um grande futebol na noite desta terça-feira. Porém, mesmo saindo atrás no placar, o Tigre foi buscar o empate, em 1 a 1, diante do Paysandu. Na avaliação do técnico Luiz Carlos Winck, mesmo sem fazer o dever de casa no Heriberto Hülse, e reconhecendo certa apátia no primeiro tempo, é necessário ressaltar a manutenção da invencibilidade de oito jogos do time carvoeiro.

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“Nosso primeiro tempo não foi bom. Fomos um pouco apáticos. Talvez seja aquela questão de vir com bons resultados e achar que vai ganhar na hora que quiser. No segundo tempo melhoramos muito, conseguimos circular, trabalhar as inversões de bolas, conseguimos entrar com cruzamento pelos lados. Tínhamos que ter mais presença de área. Custamos um pouco, mas o importante foi que recuperamos o resultado e não saímos com a derrota. Quanto mais pontuarmos, mas teremos chance de pensarmos no acesso na reta final”, destaca o comandante tricolor.

O técnico do Tigre também ressaltou a demasia de catimba dos jogadores do Paysandu, fazendo com que a partida tivesse 10 minutos de acréscimo na etapa final. “O adversário propôs jogar no contra-ataque o tempo todo. Se falou muito que a minha equipe fez o anti-jogo em Porto Alegre. Então, imaginem o que o Paysandu fez aqui? Fico triste em ver tantos jogadores fazendo o anti-jogo no segundo tempo. Infelizmente, vamos encontrar isso. Nós também temos que criar isso fora de casa para os adversários ficarem irritados”, pontua.

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