A briga
A briga do Tigre contra os altos salários
Por Redação Engeplus
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O grande adversário do Criciúma na briga para contratar um técnico é a pedida salarial dos profissionais pretendidos. "Muitos dos que procuramos estão muito acima do nosso patamar. Há técnicos que nem abrem negociações conosco", comentou o gerente de futebol Homero Santarelli.
Nos bastidores, corre a informação de que, ainda enquanto diretor de futebol, Clementino Bolan montou uma lista de preferências para o clube junto com Santarelli. Desta relação, os três primeiros nomes foram descartados.
O nome da vez, com quem o Tigre vem conversando, é Jair Picerni, que foi rebaixado à Série C com o Santo André. Sem confirmar qualquer nome, o gerente tricolor adiantou que, o profissional procurado, pediu até amanhã para dar uma resposta ao convite recebido.
O número 1 da relação de Bolan e Santarelli era Márcio Araújo, do Bahia, que já foi citado por Santarelli como um profissional caro, com salários de até R$ 100 mil. O número 2, Estevam Soares, ex-Palmeiras e atualmente desempregado, pediu R$ 50 mil durante o Catarinense e R$ 70 mil na Série B, o que foi considerado alto. A terceira opção era Márcio Goiano, que renovou com o Figueirense.



