A cartilha
A cartilha da disciplina no Tigre
Por Redação Engeplus
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Ele tem jeito de durão. Exigente, não poupa a voz para, em alto e bom som, orientar seus jogadores enquanto treinam no Heriberto Hulse. O técnico Argel Fucks tem uma cartilha disciplinar imposta logo que chegou no Criciúma.
"Não vamos montar um time de pastores. Não sou e não posso ser babá de jogadores", afirma, quando questionado sobre o comportamento extra-campo dos atletas.
"A gente dá liberdade, mas também cobra responsabilidade". Para Argel, o profissional pode ter vida social, mas precisa ter noção dos limites que a vida de atleta exige. "Se tem jogo no domingo, não pode ir para o pagode na sexta-feira", exemplifica. "Não quero jogador para genro".
Argel compreende que, a safra atual de jogadores, é bastante consciente da responsabilidade que possui. "O Criciúma é uma vitrine, e tem uma torcida interessada, atenta e grandiosa. Eles saberão se comportar".
Um fator que o técnico do Tigre não admite é atraso em treinamento. "Na primeira, pode dar uma desculpa. Na segunda vez, também. Na terceira, o jogador não está mais no clube, garanto".



