Demitidos
A dureza enfrentada por ex-funcionários de hospitais
Por Redação Engeplus
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Não estão sendo fáceis os últimos tempos para quem trabalhava na Casa de Saúde do Rio Maina e no Hospital São Marcos de Nova Veneza. Ocorre que as duas unidades eram administradas pelo ISEV e, ao passarem por profundas mudanças administrativas, deixaram rastros de problemas trabalhistas.
“Como a Casa de Saúde deixou de atender pelo SUS acabou demitindo 40 funcionários. E o São Marcos que, por intervenção do município, passou do ISEV para outra entidade. Com isso, os demitidos dos dois hospitais não receberam salários em atraso nem indenizações”, lembra o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (SindiSaúde), João Batista Estevam.
Funcionários desligados conseguiram acesso ao Seguro Desemprego por meio das rescisões formalizadas via sindicato. “E apenas alguns tiveram como sacar o FGTS. Logo, estão todos em situação muito complicada. Agora, esses casos vão ser discutidos na Justiça mas não temos qualquer previsão de pagamentos”, conclui o sindicalista.



