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A faixa

A faixa do respeito

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Richard De Luca

Apesar de servir para auxiliar os pedestres a atravessarem as ruas, na maioria das vezes, as faixas de segurança não são respeitadas pelos motoristas. Mas em Criciúma a faixa da rua Anita Garibaldi, no Centro da cidade, é uma exceção.

A ajudante geral Bia Vieira costuma passar pela faixa e acredita que somente esta é respeitada. “Acho que em todos os lugares deveria haver esse respeito”, sugere. A comerciante Rose Joaquim trabalha próximo da faixa de pedestres e afirma que basta um pedestre chegar perto da rua que os carros param. “Em cinco meses não vi nenhum acidente aqui”, salienta.

Conforme o gerente de Trânsito e Transporte da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transporte de Criciúma (ASTC), Tiago Fagundes, esse hábito começou com uma ação da Polícia Militar. “Em meados dos anos 2000 a PM começou a fiscalizar e notificar motoristas que não respeitavam esta área, a antiga CriciúmaTrans continuou e hoje ela é respeitada”, lembra.
Hoje em dia ela é tão respeitada que chega a causar problemas no trânsito. “No horário de pico temos que juntar um número maior de pedestres para atravessarem de uma vez, caso contrário, ela tranca o trânsito na avenida Centenário”, explica Fagundes.

A Guarda Municipal faz monitoração de faixas próximas a algumas escolas como o Colégio Michel e o Joaquim Ramos, nas ruas Joaquim Nabuco e Desembargador Pedro Silva, respectivamente. A intenção é de educar o motorista a parar em todas as faixas de segurança sempre que houver um pedestre.

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