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A ordem é economizar até com a logomarca

Prefeitura resgata logotipo de 2009 para evitar gastos com identidade do governo

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Denis Luciano

Cada nova gestão, uma identidade visual. Isso é praxe nos municípios, estados e até na União. E as trocas acarretam custos. Em fase de contenção total de gastos, Criciúma achou uma saída.

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“Fomos à agência contratada à época e resgatamos a logomarca de 2009”, revela o titular da Diretoria Executiva de Comunicação da Prefeitura (Decom), Gustavo Colle. E ele assegura que não haverá geração automática de gastos para substituição da identificação no patrimônio público. “Vamos trocando na medida da necessidade, se a plotagem rasgou, trocamos. Se a placa caiu, trocamos. Se não, vamos continuando como está”, afirma.

No Parque das Nações, por exemplo, repousa uma placa que registra a estrutura como da gestão da Fundação Cultural de Criciúma, ostentando o slogan e logomarca da gestão Márcio Búrigo.

Troca já
custou R$ 60 mil

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O tema pautou uma polêmica no governo passado. Em uma troca do material, o vereador Júlio Colombo (atual PSB, então no PP), apurou um gasto de R$ 60 mil para elaboração do material e substituição em automóveis e prédios públicos. “Na época, fizemos um projeto, aprovado pelos vereadores, para tornar a marca do município, e não do governo, proibindo as trocas, permitindo apenas a manutenção”, recorda. O vereador cogita voltar à carga com o projeto, que na ocasião foi vetado pelo prefeito Márcio. “Vou estudar sim a volta do projeto”, destaca.

Mas a condução do processo pela Decom deverá colocar por terra a pretensão do vereador. “Já alteramos a marca no Facebook, estamos mudando no site, e tudo sem custo. A marca que resgatamos foi adquirida em 2009 e paga pelo município. Então, ela já nos pertence”, conclui Colle.

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