Tigre
A primeira derrota da era Winck em casa
Por Redação Engeplus
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Depois de cinco vitórias e um empate, o técnico Luiz Carlos Winck sofreu sua primeira derrota em casa no comando do Criciúma. E foi o segundo revés consecutivo em uma semana negativa. "Vamos ter que buscar pontos fora de novo para compensar", lamentou o atacante Silvinho.
Com o 2 a 1 sofrido em pleno Heriberto Hülse na noite desta sexta-feira para o Brasil de Pelotas somando ao tropeço de 3 a 1 da terça diante do Ceará em Fortaleza, o Criciúma fechou o turno em baixa, com 26 pontos e arriscado de perder até cinco posições no fechamento da rodada da Série B. "Um resultado que a gente não queria, incomoda no nosso projeto de entrar no G-4", admitiu o zagueiro Nino.
O tricolor já volta a campo terça-feira diante do Santa Cruz, em Recife, pela primeira rodada do segundo turno. Foi, ainda, um resultado histórico para os gaúchos. Depois de 11 confrontos, foi a primeira vez na história que o Brasil ganhou do Criciúma no Majestoso. "Vacilamos. Faltou paciência e eles exploraram o contra ataque", avaliou Ricardinho.

Primeiro tempo, Brasil na frente
O Brasil mostrou as credenciais aos 12 minutos. Lincom encostou para Itaqui que cruzou, Marcinho escorou de cabeça e mandou para fora. O Tigre reagiu aos 21. Silvinho bateu falta e acertou a trave, assustando o goleiro Marcelo Pitol.
O atacante Lucão apareceu. Aos 25, ele encostou para Caio Rangel que, na saída de Pitol, bateu para fora, perto do gol. Aos 27, foi a vez de Lucão concluir, batendo cruzado para a defesa do camisa 1 do Brasil. Ricardinho teve sua chance aos 29 minutos. Ele fez bonito domínio de bola e arrematou para boa defesa de Pitol.
Os visitantes abriram o placar aos 30 minutos. Marcinho puxou o contra ataque, tabelou com Lincom que concluiu para defesa de Luiz, mas no rebote o mesmo atacante, que já defendeu o Criciúma, mandou para a rede: 1 a 0.

O Criciúma reclamou de um pênalti não anotado pelo árbitro Francisco Carlos do Nascimento aos 35. A bola tocou na mão do zagueiro Teco na área. Três minutos depois o Brasil chegou com perigo em novo contra ataque com Leandro Leite que roubou, passou para Itaqui que lançou Juninho. Luiz foi mais rápido na saída e pegou a bola.
Fechando a primeira etapa, duas boas chegadas do Tigre. Aos 43, Caio Rangel tabelou com Lucão e bateu forte, à direita de Pitol. Aos 45 Silvinho dominou com qualidade e bateu no travessão.
Segunda etapa, tentativa de reação
A entrada de Erick Flores no lugar de Jonatan Lima animou o torcedor no início do segundo tempo, mas não surtiu efeito de pronto. Tanto que aos 9 minutos o Brasil ampliou. Marinho girouna entrada da área e passou para Éder Sciola que, com liberdade, tirou de Luiz para anotar 2 a 0.
Nova tentativa do técnico Winck veio aos 17, com Caio Rangel dando lugar a Fabinho Alves. O gol tricolor, aos 22 minutos, veio de um cruzamento de Douglas Moreira da esquerda e Teco, tentando afastar, mandou para a própria rede: 2 a 1.
A perda de Fabinho lesionado, aos 36, dando lugar a Alex Maranhão, foi uma baixa sentida, já que o atacante entrou bem. O Brasil ainda chegou com perigo aos 44 com Éder Sciola cruzando e Marcinho, de cabeça, colocando para fora.

Ficha técnica: Criciúma 1 x 2 Brasil de Pelotas
Local: Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma
Data: Sexta-feira, 4 de agosto
Horário: 19h15min
Público: 2.887 torcedores
Renda: R$ 55.670
Arbitragem: Francisco Carlos do Nascimento, com Pedro Jorge de Araújo e Wágner José da Silva (AL)
Cartões amarelos: Jonatan Lima e Diogo Mateus (Cri), Leandro Leite e Marcinho (Bra)
Gols: Lincom aos 30’ do 1ºT (Bra), Éder Sciola aos 9´do 2º T (Bra), Teco-contra aos 22´ do 2º T (Cri)
Criciúma
Luiz, Diogo Mateus, Nino, Édson Borges e Márcio Goiano, Jonatan Lima (Erick Flores), Ricardinho e Douglas Moreira, Caio Rangel (Fabinho Alves) (Alex Maranhão), Lucão e Silvinho
Técnico: Luiz Carlos Winck
Brasil
Marcelo Pitol, Éder Sciola, Leandro Camilo, Teco e Breno, Leandro Leite, João Afonso (Ednei) e Itaqui (Nem), Marcinho, Juninho e Lincom (Misael)
Técnico: Clemer



