A tumultuada
A tumultuada despedida do Metropolitano
Por Redação Engeplus
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Pelo segundo ano consecutivo, o Metropolitano investiu pesado mas não conseguiu chegar nas finais do Regional da LARM. Desta vez, a eliminação foi traumática e tumultuada. Em casa, no sábado, o time de Nova Veneza perdeu para o Cocal do Sul, na prorrogação, por 1 a 0. No tempo normal, houve empate em 2 a 2.
"Foi um escândalo. A arbitragem nos tirou do campeonato pela segunda vez", afirmou o técnico Valter Ghisland. "Os próprios jogadores do Cocal do Sul concordaram que fomos prejudicados".
Aborrecido, Ghisland conta que, ao exigir arbitragem de fora da LARM na final de 2007, começou a ser perseguido. "Teve gente que não gostou daquilo. Mas se o problema é particular, com o Valter, eu me retiro". Na ocasião, há dois anos, o Metropolitano foi campeão em um clássico contra o Caravaggio.
Terminado o jogo de sábado, ocorreu um tumulto que deverá prejudicar o clube. Conforme o presidente da LARM, Hélio Gava, dezenas de torcedores invadiram o gramado do estádio Darci Marini, e agrediram um auxiliar de arbitragem. "O caso será denunciado e julgado antes de terminar o Regional", revelou. A tendência é que ocorra uma punição.
O Metropolitano terminou o Regional em quarto lugar.



