Via Rápida
A última casa no caminho da estrada está no chão
Demolição de duas residências terminou, e a obra continua. Meta é concluir em dezembro
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

Em 2005, o narrador esportivo Mário Lima começou a construir duas casas no bairro Ana Maria. Dois anos depois, as duas estavam prontas. Ele, com a esposa, foi residir em uma, e a outra ficou para um dos filhos. Tudo ia bem até que, em 2009, começou pelo governo estadual o planejamento das obras de construção da Via Rápida, com traçado justamente sobre as casas recém construídas.

Pois hoje as casas, último entrave físico no caminho da Via Rápida, terminaram de ser demolidas. “Em momento algum travamos a obra, a gente apenas queria receber o justo e certo pela desapropriação. Agora está tudo certo”, comenta o radialista.
Embora a garantia de espaço aberto para tocar as obras, o secretário de Estado da Infraestrutura, Luiz Fernando Vampiro, manifestou nesta manhã, em vistoria à futura rodovia, preocupação com outras situações. "Ainda temos algumas pendências em desapropriações e queremos resolver o mais rápido possível para que estas não atrapalhem o desempenho da obra", cita.

O ritmo dos trabalhos continua acelerado, e o cálculo entregue nesta manhã aponta que 65% da obra está concluído. Segue a previsão de entrega ao tráfego em dezembro. “No próximo veraneio as pessoas já usarão a Via Rápida para ir às praias”, assegura o secretário Vampiro. Ele esteve acompanhado do secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR), João Fabris, e uma equipe do Deinfra, mais técnicos da empresa fiscalizadora e engenheiros da empreiteira.
O secretário pediu à Celesc que agilize a transferência da rede elétrica no eixo da pista em frente à Colmeia Industrial no Ana Maria. Até abril, essa intervenção estará concluída. A Via Rápida tem dez quilômetros de extensão entre o bairro Próspera, em Criciúma, e a BR-101, em Içara, com investimento total de R$ 100 milhões.
(Colaboração: Paula Darós Darolt / ADR)



