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Acadêmicos conhecem falta de acessibilidade em Criciúma

Segunda fase do curso participou de um estudo de campo nesta sexta-feira

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

Alunos da segunda fase do curso de Psicologia da Unesc conhecem de perto problema de acessibilidade em Criciúma. Eles participaram de um estudo de campo promovido pela disciplina de Sociologia. Nele, a turma procurou identificar elementos associados a (in)sustentabilidade urbana. O grupo realizou a atividade tendo uma cadeirante como integrante, podendo assim, identificar as dificuldades que pessoas nessa condição costumam passar quando tentam se locomover na área central do município.

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“Não há condição nenhuma para que um cadeirante possa ter autonomia e se locomover sozinho pela cidade”, disse a estudante Jéssica da Luz Fernandes.

Também chamou a atenção dos acadêmicos de Psicologia o tratamento do Rio Criciúma. Os dados levantados serão organizados para a apresentação em forma de seminário como trabalho final da disciplina. “Foi uma iniciativa que buscou aliar conceitos de sustentabilidade à realidade local, com o objetivo de provocar uma reflexão crítica sobre a situação atual do ambiente urbano, cujo modelo insustentável é comum na maioria das cidades brasileiras”, afirma o professor da disciplina José Carlos Virtuoso.

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Informações: Assessoria de imprensa da Unesc

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