Açai na Tigela

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Ingredientes:

1 colher de açúcar mascavo
- 1 unidade de banana nanica
- 1 copo de iogurte desnatado
- 40 gr de granola
- 1 xícara de açaí batido
- completar com gelo

Modo de preparo:

Bata o açaí com água. Reserve.
Corte a banana e bata no liquidificador com o açaí batido, o iogurte e o açúcar mascavo até obter uma mistura homogênea. Despeje a mistura em 4 copos, distribua a granola e sirva em seguida com gelo.


O Poder das Frutas
A fruta repõe energias

Tomar açaí antes de malhar, por exemplo, significa dar ao organismo dois trabalhos: gastar energia com o exercício e com a digestão. “Trata-se de um bom repositor de perdas energéticas. O que quer dizer que é melhor quando consumido após competições”, diz. Dependendo do tipo de esporte que se praticar, no entanto, é preciso cautela.

Halterofilistas, boxeadores e todo aquele que estiver submetido a uma dieta de baixos teores de gordura devem passar longe do açaí. Seus altos níveis de lipídios podem, inclusive, provocar reações de vômitos e náuseas em quem segue os rigores de uma alimentação rica em carboidratos e pobre em gorduras.

Ïdosos também têm tendência a perder a capacidade de produzir ácido gástrico. Ou seja, a digestão, com a idade, se torna mais difícil. E gorduras exigem um grande trabalho de digestão. Logo, para estômagos sensíveis, quanto mais ralo o açaí, melhor. Pode-se diluí-lo em suco de laranja ou mesmo água. E esquecer a granola, outra grande concentração de gorduras.

A cidade ainda dorme quando os motores chegam às feiras de Belém trazendo centenas de paneiros cobertos por folhas de urumã. Dentro deles está o açaí, fruto pequenino e arredondado de cuja polpa se faz uma bebida de sabor incomparável. À medida que os barcos vão se aproximando do cais, os caroços arroxeados transformam-se em alimento-vida: seu vinho é a comida básica de comunidades inteiras no Pará. Depois de correr nas veias do povo, desemboca na poesia; o fruto se integra à vida artística e cultural da região. No descarregar dos paneiros, é um rito o encontro de mãos e bocas à procura dos frutos suculentos. Quando o céu fica rosado pela luz do sol, os lábios do feirantes já estão cor de vinho: na feira todos têm lábios cor de açaí.


O Açaí pode ser tomado puro, com ou sem açúcar, servido com "farinha d’água" ou "farinha de tapioca".
Antes de ser mercadoria, o açaí é esperança: do sucesso da colheita sobrevivem populações ribeirinhas e interioranas. Já faz parte do cotidiano de homens, mulheres e crianças ouvir o galo cantar enquanto percorrem a longa distância entre a base do fino tronco da palmeira do açaizeiro e os frutos lá em cima.
A colheita do açaí tem receita certa: peconha e habilidade. O primeiro item exige precisão, é uma argola feita da palha do açaizeiro que, colocada nos pés do apanhador, ajuda-o a não escorregar do tronco.
O segundo é indispensável para manter o equilíbrio: o tronco fino da palmeira alcança de 10 a 15 metros e sofre com as rajadas de vento. Conhecer o fruto também é preciso: quanto mais acentuada for a cor do vinho e maior a espessura da polpa, melhor..
Em Belém, a principal porta de entrada do fruto é a feira do açaí. Lá ele pode ser encontrado, de manhã bem cedinho, no paneiro dos caboclos ou nas mãos dos atravessadores – feirantes que compram o produto dos barcos e vendem à população. Um pouquinho mais tarde ele vira carga novamente: os caroços são acondicionados em sacos de sarrapilheira e levados, pelos proprietários de vendas de açaí, aos bairros da cidade.
Nas vendas, os batedores de açaí cumprem um ritual: primeiro colocam os frutos em água morna para amolecer a polpa, maceram, como costumam dizer. Depois disso, o açaí é amassado com certa quantidade de água em vasilhas de barro ou utilizando-se máquina apropriada. Desse processo é extraído o "vinho". Um líquido cheiroso e espesso, de cor arroxeada. Sedutor pela aparência exótica, o açaí também é servido como acompanhante de peixes, carnes e frutos do mar.

Fonte-Wikipedia

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