Acic pede bom senso em possíveis decretos de restrição de atividades profissionais
Assunto foi debatido em reunião com a prefeitura na tarde desta terça-feira, dia 17
Por Lucas Renan Domingos -
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Em reunião realizada na tarde desta terça-feira, dia 17, a Associação Empresarial de Criciúma (Acic) e a Prefeitura de Criciúma discutiram o impacto das medidas preventivas ao coronavírus nos setores industriais e comerciais do município. A Acic compactua com ações que vêm sendo tomadas pela administração municipal, mas pediu bom senso ao prefeito Clésio Salvaro nos decretos relacionados a restrição de circulação de pessoas e no impedimento de atividades profissionais.
O presidente da Acic, Moacir Dagostim, levou para a reunião os cuidados que já vêm sendo tomadas pelos associados. “Cada indústria, empresa ou loja, é até mesmo nós aqui na Acic, estamos conscientizando nossos funcionários sobre as regras de prevenção. Acreditamos que a economia, neste momento, também precisa receber atenção. Ela já está sendo impactada no Brasil por conta da pandemia, mas é não podemos agravar a situação e tomar medidas pertinentes”, afirmou.
Dagostim apontou que a associação é favorável também ao fechamento de escolas e creches no município. “Sabemos que, principalmente, a suspensão das atividades das creches interfere na rotina dos funcionários das empresas, porque não terão onde deixar filhos e essa também é uma preocupação do município. Porém, é uma medida necessária, uma hora ou outra tem que acontecer e os profissionais vão ter que se adaptar”, ponderou.
Neste momento, a Acic não fala em redução de produção nas indústrias. Ao mesmo tempo, a associação garante que as empresas estão atentas as prevenções. “As empresas estão estimulando as pessoas a irem de carro e não de ônibus, para evitar aglomerações. Os horários de refeitório estão sendo ampliados para que as menos pessoas almocem juntos. Caso seja possível, a recomendação é deixar o funcionário trabalhar de casa, representantes estão tento mais contatos por meios digitais com os clientes. Então estamos nos antecipando para evitar a propagação do vírus e precisar futuramente que as empresas parem como já está acontecendo em alguns países”, completou Dagostim.
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