Campanha
ACTU no clima do Novembro Azul
Nos próximos 30 dias os trabalhadores vão usar o símbolo da campanha, o bigode
Por Redação Engeplus
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Depois do Outubro Rosa, é a vez do Novembro Azul entrar em cena. Este mês é internacionalmente dedicado às ações relacionadas à prevenção do câncer de próstata. A Associação Criciumense de Transporte Urbano (ACTU) entrou no clima e nos próximos 30 dias os trabalhadores vão usar o símbolo da campanha, o mustache (bigode na tradução da Língua Inglesa).
“Da mesma forma como todos os colaboradores utilizaram o laço rosa durante o mês de outubro, agora é a vez da mobilização em prol da saúde do homem. Queremos despertar a curiosidade das pessoas que circulam pelos terminais de Criciúma. São quase 50 mil pessoas por dia que utilizam o transporte público. Se dessas, 10% se interessarem em saber o motivo do bigode no uniforme, já é o suficiente, já que todos os profissionais estão habilitados em levar informações sobre a campanha e principalmente sobre a prevenção do câncer de próstata”, explica o auxiliar administrativo da ACTU, Tiago Soares.
Foram distribuídos 700 bigodes para motoristas, fiscais, cobradores e demais funcionários. “Essas ações desenvolvidas são muito importantes. O câncer de próstata é uma doença que, infelizmente, é tratada com muito preconceito pelos homens e isso precisa ser mudado. Com essa campanha podemos fazer a nossa parte”, enaltece a atendente Clarisse Vieira.
Por que um bigode - A febre mustache surgiu de um movimento organizado na Austrália em que um grupo de amigos estava conversando sobre as tendências do passado, entre elas o bigode, e dessa brincadeira acabou surgindo a organização Movember (mistura de “mo” de moustache e “member” de november) Foundation que luta contra o câncer de próstata, incentivando os homens a usar preservativos e cuidar da saúde. Uma forma de “participar” da campanha é adotar o uso do bigode, caso seja homem, ou usar acessórios e peças que tenham esse elemento desenhado ou aplicado, no caso das mulheres ou homens que não curtam deixar o bigode crescer.
*Fonte: Ministério da Saúde; Instituto Nacional do Câncer e Portal Brasil.
Colaboração: Jéssica Pereira/Novo Texto Comunicação



