Engeplus
Geral

Adolescente grávida

Adolescente grávida forjou estupro

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:

Laudo do IML revelado pela Polícia Civil nesta tarde confirmou que a adolescente de 17 anos, grávida de quatro meses, não foi estuprada na noite do dia 21 do mês passado. Ela teria forjado o crime por aceitar fazer um programa em troca de R$ 50 para a compra de crack.

Em depoimento na Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente, ela contou na noite em que foi agredida que estava passando pela Rua Henrique Lage, no bairro Operária Velha, quando um homem a arrastou para o interior de uma empresa desativada. Depois da agressão, ele teria praticado o estupro enquanto ela estava desacordada.

Ao saber da notícia pela imprensa, uma mulher que fazia faxina nas proximidades ligou para a polícia para dizer que viu o casal entrando na empresa naquele domingo. Eles estariam rindo e conversando, como se fossem namorados. A mãe da menina também procurou a polícia para dizer que há mais de um mês ela estava desaparecida.

Usuária de crack, a adolescente teria aceitado a proposta do rapaz, mas acabou desistindo e por essa razão foi agredida. Segundo delegado André Milanese, em entrevista o repórter da rádio Eldorado, Jotha Del Fabro, o jovem passa a ser procurado por agredir a menina e não mais por estupro. “Ele responderá por crime de lesão corporal. Não como estupro, como a adolescente havia relatado”, sublinhou.

Há mais de um mês, a adolescente estaria morando em uma casa abandonada perto da antiga zona de meretrício em Criciúma. Após ser localizada pela polícia, ela foi encaminhada para casa, em Esplanada, mas voltou às ruas. “A mãe agora quer localizar a filha para interná-la em uma clinica de recuperação”, destacou Milanese.

LEIA MAIS
Grávida é espancada e estuprada na Operária

Compartilhar:
Leia a seguirIncêndio: vítimas passam por hemodiálise
Publicidade