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Adventistas vão construir escola em Criciúma

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

Com meta de atender até 1,3 mil alunos, a Igreja Adventista vai construir uma escola em Criciúma. O projeto será alvo de um investimento a partir de janeiro, com o início das obras, objetivando iniciar as aulas em 2019 para Ensino Fundamental e Médio, seguindo o modelo de outras praças onde já há escolas adventistas. A informação foi confirmada por dirigentes da igreja em reunião com a Associação de Moradores do Bairro Santa Bárbara nesta segunda-feira.

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“Eles confirmaram que construirão a escola e há uma preferência por fazê-la aqui no bairro”, conta o presidente da associação, Emerson Teixeira. Em contatos prévios com a prefeitura a igreja obteve a indicação de três áreas onde a escola poderia ser erguida: nos campos entre a praça da Santa Bárbara e o clube União Operária, na rua Sampaio Viana (imagem abaixo); na área da antiga Transportadora Manique e no terreno da Casa do Professor, ambas na rua Henrique Lage.

Os adventistas estão com um corretor de imóveis prospectando no mercado as áreas para instalar o empreendimento. Se não der certo na Santa Bárbara, a Próspera será uma alternativa. A escola vai requerer uma área de 12 mil metros quadrados. Mas os espaços sugeridos na Santa Bárbara são alvos de questionamentos. “A comunidade, a princípio, não é a favor, estão citando problemas de mobilidade no bairro”, aponta o presidente Teixeira. Uma reunião da associação no próximo dia 11 vai discutir o tema com a presença dos representantes da Igreja Adventista. "O que a comunidade decidir nós vamos acatar", completa.

O problema de cada área

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Os campos da rua Sampaio Viana foram alvos de uma cedência recente, no governo Márcio Búrigo, para o clube União Operária, vizinho aos terrenos, por vinte anos renováveis por mais vinte. “Se o município quiser vender essa área para os adventistas precisará revogar essa cedência, promover uma audiência pública para então tentar vender”, observa o presidente do bairro. O União Operária não pode comercializar a área. Deve apenas utilizá-la para as suas funções recreativas e sociais.

As demais alternativas são áreas particulares. O terreno da antiga Transportadora Manique (imagem abaixo) pertence a uma construtora enquanto a área onde funciona a Casa do Professor (imagem acima) é de propriedade da família do ex-prefeito Anderlei Antonelli. “Na Casa do Professor os moradores da vizinhança apontam problemas de tráfego, vai trancar o trânsito do bairro. Na antiga Manique seria um pouco melhor, tem a saída pela rua Presidente Roosevelt aos fundos, mas ali há uma questão legal envolvendo inventário da área”, conclui Teixeira.

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