Advogado vai
Advogado vai apresentar artigo em Congresso Nacional
Por Redação Engeplus
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Quais os tipos penais mais denunciados em Santa Catarina? Quantas pessoas estão encarceradas no Estado? Para essas perguntas, Sérgio Francisco Carlos Graziano Sobrinho, do escritório de advocacia Graziano e Rizzatti, tem as respostas. Elas estão publicadas no artigo Indicadores de desempenho da Justiça Criminal em Santa Catarina e serão apresentadas para pesquisadores de todo o país no Congresso Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Direito (Conpedi), que acontece entre 13 e 16 de novembro, em São Paulo.
O trabalho do advogado e professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Criminais da PUC/RS foi um dos 25 selecionados na área de direito penal e criminologia para serem exibidos. Esta é a terceira vez que ele participa do Congresso. “Em 2011 eu fui para apresentar um trabalho. Já em 2012, participei como palestrante e em 2013 vou novamente com um artigo. Para quem é pesquisador, o Congresso é, sem dúvidas, a maior referência. Esta é uma experiência muito boa”, comenta.
De acordo com ele, a participação no Conpedi permite debater questões políticas importantes. “Com a minha pesquisa pude observar que o Brasil não é o país da impunidade, como muitos pensam. Hoje são mais de 500 mil presos e mais de 1,2 milhão de pessoas possuem algum tipo de vinculação com o sistema penal, esteja ele preso, cumprindo penas alternativas ou tendo que se apresentar ao juiz. Com a pesquisa quebramos alguns mitos, eu pude ver com funciona o fluxo criminal em Santa Catarina”.
No trabalho de Graziano, que é parte de pesquisa do pós-doutorado da PUC/RS, foram analisados e avaliados os principais indicadores de desempenho da Justiça Criminal de Santa Catarina de 2006 a 2012. Ela mostra ainda os tipos penais mais denunciados nos últimos seis anos, a relação entre o número total de registros, inquéritos e denúncias, entre outros. Os dados oficiais foram obtidos por meio da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina, Ministério Público e Ministério da Justiça, com base nas informações repassadas pelo Depen e das estatísticas do InfoPen.
Colaboração: Amanda Tesman/Ápice Comunicação



