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Aeroporto 2007:

Aeroporto 2007: vôos dependem do Estado

Por Redação Engeplus

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A inoperância do Aeroporto Regional Diomício Freitas deve ser debitada na conta do Governo do Estado e não na da Infraero, afirmou hoje o empresário do setor turístico Eduardo Loch. "A Infraero tem encaminhado as suas tarefas com agilidade, mas falta a contrapartida em termos de investimento do governo estadual", sublinhou.

Dono da Adetur, uma das principais agências de turismo do sul do estado, ele lembrou o compromisso do governo catarinense de investir "pouco mais de R$ 3 milhões na infra-estrutura do aeroporto. A demolição de hangares, o deslocamento do posto de combustíveis e a ampliação e o reforço da pista seriam viabilizados com esses recursos", apontou.

A TAM, segundo Loch, já aprovou a utilização de um Airbus fazendo a conexão diária entre São Paulo, Florianópolis e Criciúma. "É uma questão muito mais financeira do que operacional", explicou. "Se a aeronave pernoita em Criciúma, o custo é bem menor do que em Florianópolis, cujo aeroporto tem a classificação de internacional."

Para Loch, a perspectiva de retorno dos vôos a Criciúma em 2007 é "altamente viável. Vai depender, no entanto, do Governo do Estado em agilizar o repasse dos recursos prometidos do que da Infraero. A empresa federal vem cumprindo à risca o cronograma aprovado por Brasília, mas pode desistir se não houver a contrapartida catarinense", advertiu.

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