Engeplus
Geral

Alfarroba

Alfarroba, para quem abre mão do chocolate, mas não de sabor

Alimento parece, mas não é chocolate

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Caroline Bortot

Quem opta por uma alimentação saudável já deve ter ouvido falar em alfarroba. Ela tem cara, cheiro e gosto de chocolate, mas leva vantagem por ser mais saudável e nutritiva. A alfarroba é fruto da alfarrobeira, uma árvore selvagem, nativa da costa do Mediterrâneo. Comparado ao chocolate, o fruto da alfarrobeira não possui cafeína e teobromina, estimulantes que podem interferir no sono, causar dor de cabeça e irritabilidade. Trata-se de uma vagem comestível, de cor escura e sabor adocicado, usada pela indústria de alimentos para substituir o cacau, principal ingrediente do chocolate.

Publicidade

De acordo com a nutricionista Ana Paula Laurindo, o pó de alfarroba, produzido a partir da polpa da vagem torrada e moída, resulta num alimento tão gostoso quanto o chocolate, com ainda mais benefícios. “A alfarroba é riquíssima em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes. Tem baixo teor de gorduras e pode ser usado em dietas especiais, com restrição ao glúten e à lactose. Naturalmente doce, também é excelente opção para diabéticos”, explica a profissional.

O alimento é encontrado em casas de produtos naturais em forma de barras, tabletes, gotas, pastas e até no formato de ovos de páscoa. A Ávila Produtos Naturais, em Criciúma, disponibiliza aos clientes a alfarroba há mais de seis anos, mas a procura aumentou, e muito, recentemente. “Trabalhamos com duas marcas nacionais e os produtos não param nas prateleiras. Vendemos para todos os públicos, mas, principalmente, para intolerantes à lactose, ao glúten e diabéticos”, conta o gerente, Germano Ávila Neto.

Nesse final de semana, a dona de casa Glades Cardoso comprou uma barrinha de alfarroba com côco para o marido que é diabético, e “louco” por chocolate. Por conta da restrição, teve que abandonar a tentação. Em casa, veio a aprovação. “É gostoso, substitui bem o chocolate. É saboroso, diferente, mas muito bom”, aprova o marido, Vanio Cardoso.

Publicidade

Chocolate com moderação - Se você não abre mão do chocolate tradicional, feito à base de cacau, o negócio é moderação. “Na medida certa, o chocolate é benéfico, atua como cardioprotetor, por conta de propriedades antioxidantes. Mas, em excesso, devido à gordura saturada, presente principalmente nos chocolates brancos e ao leite, o risco de doenças cardiovasculares é maior”, esclarece a nutricionista. De acordo com a profissional, a preferência deve ser pelos chocolates amargos, com maior teor de cacau e menor quantidade de açúcar.

Com informações de Caroline Bortot/Comunicação Clínica Levittá

Compartilhar:
Leia a seguirIçara tem Circuito de Xadrez Rápido
Publicidade