Alunos de
Alunos de Ilhas serão transferidos para garantir segurança e o ano letivo
Escola em Ilhas, que recebe estudantes da comunidade e de Morro Agudo, não tem condições estruturais de receber a comunidade escolar
Por Redação Engeplus
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Os estudantes das comunidades de Ilhas e Morro Agudo, em Araranguá, serão transferidos para outra escola neste início de ano. Isso porque a escola que eles frequentam não tem condições estruturais de recebê-los. De acordo com a professora da Escola de Educação Básica Ilhas, Nazarita Lemos, a situação é precária no local. “Caiu parte do telhado, as telhas estão dentro do forro, está bem perigoso. A estrutura está muito comprometida e não há segurança”, lamenta.
Em reunião esta semana, o prefeito, Sandro Maciel, propôs que um ônibus com monitor busque as crianças, leve para a sede do Distrito de Hercílio Luz e as traga de volta para a comunidade depois das aulas. “Nossa preocupação é com a qualidade de vida das crianças, não tem condições de ficarem nessa escola correndo riscos. O Conselho Municipal de Educação exige que o local seja seguro, com higiene, espaço amplo para que as crianças possam ser bem assistidas. Aqui na escola de Ilhas no momento não há possibilidade, por isso, estamos tomando essa medida”, explica a secretária de Educação, Rosângela Casagrande.
Estiveram na reunião, também, a diretora de Educação, Terezinha Santos da Rosa, secretário de Administração, Marcus Pizzolo, pais, representantes da comunidade, clube de mães e Associação de Moradores. O encontro ocorreu na Colônia de Pescadores.
“O local onde a escola se encontra não é da prefeitura. Precisamos descobrir se é da União ou particular, porque não podemos fazer a reforma sem que o terreno seja da prefeitura. Caso ele seja repassado para nós, temos ideia de fazer bastante coisa, inclusive um espaço maior para atender o Clube de Mães, uma Unidade de Saúde. Essa medida de levar as crianças de ônibus é temporária, para garantir a segurança e ensino de qualidade”, garantiu Maciel.
As lideranças da comunidade de Ilhas já entraram em contato com o secretário do Desenvolvimento Regional, Heriberto Afonso Schmidt para tratar do repasse do prédio da escola para a prefeitura. “Atendemos 11 crianças e dois anos consecutivos ganhamos o prêmio de coleta de óleo saturado, por exemplo, ou seja, é uma comunidade muito unida. Se a escola for desativada e não voltar a funcionar mais, não haverá esta parceria com a comunidade”, diz a professora Nazarita. Ela acrescenta que o desejo da comunidade é que a escola seja reformada e volte a funcionar em Ilhas.
Com informações de Renata Rocha/Comunicação Araranguá



