Colégio Marista
Alunos desenvolvem negócios em Miniempresa
O projeto é desenvolvido em 15 semanas
Por Redação Engeplus
2 min de leitura
É na adolescência que a maioria das pessoas começa a definir o futuro profissional. Por isso, além de estudar matemática, português, história, os alunos do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Marista Criciúma também se dedicam a administrar seus negócios. Trata-se do Programa Miniempresa, desenvolvido em parceria com a organização Junior Achievement em diversos países, e que desde 2012 tem o Colégio Marista como sede em Criciúma.
O objetivo da atividade é despertar o espírito empreendedor nos jovens, além de estimular o desenvolvimento pessoal, proporcionar uma visão clara do mundo dos negócios e facilitar o acesso ao mercado de trabalho.
“O Programa Miniempresa proporciona um experiência prática em negócios. Os estudantes têm contato com fundamentos da economia de mercado e da atividade empresarial através do método ‘Aprender-Fazendo’, em que cada participante se converte em um miniempresário”, explica Fábio Machado Fernandes, supervisor do Núcleo de Atividades Complementares do Colégio Marista Criciúma.
O projeto é desenvolvido em 15 semanas, com um encontro de 3h30 por semana, realizado na escola, geralmente, no período noturno. O programa se divide em três fases: na primeira, os estudantes adquirem conceitos empresariais e de mercado, decidem que produto pretendem criar e produzir e definem quais serão os cargos de cada um dentro da empresa.
Na segunda fase, os alunos dão início à produção e comercialização do produto, desenvolvem planos de marketing e de vendas. Na etapa final, eles realizam a contabilização e produção de relatórios. O valor arrecadado em impostos e encargos sociais é doado para uma entidade beneficente e o resultado (lucro ou prejuízo) dividido entre os acionistas.
Este ano, os alunos definiram como produto da miniempresa uma almofada de descanso para viagens personalizado que possui um capuz acoplado, o “CAPUTZ”. Eles estão em fase de produção, durante os encontros semanais, e já estão comercializando os itens. “Percebemos o amadurecimento dos alunos, com uma mentalidade voltada para o empreendedorismo, vivenciando situações de protagonismo, além da responsabilidade social também contemplada no projeto”, acredita Fábio.



