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Ambulância de Maracajá esquece duas pacientes em Criciúma

Policial militar ajudou as duas, que estavam na rua Coronel Pedro Benedet

Por Redação Engeplus

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Atualizada às 17h35min/ Duas pacientes de Maracajá foram esquecidas em Criciúma na tarde dessa segunda-feira após uma consulta médica. De acordo com a Polícia Militar (PM) de Criciúma, o soldado Cledemilson realizava rondas a pé pelo Centro da cidade quando observou as duas mulheres em estado de abandono. Uma delas era idosa, de 82 anos, com a saúde debilitada, e a outra era mais nova, mas apresentava sinais de transtornos mentais.

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A idosa explicou ao policial que a ambulância havia levado as duas ao consultório médico, localizado na rua Coronel Pedro Benedet, por volta das 14 horas, e até aquele momento (às 19 horas) não tinha ido buscá-las.


As duas estavam com sede e sem dinheiro para comprar água. O soldado comprou uma garrafa de água para cada uma, e explicou ainda que a Polícia Militar não poderia levá-las para casa. A idosa informou que sabia o telefone de uma familiar que mora em Içara, e o soldado entrou em contato com ela, que foi buscar as duas no Centro de Criciúma.


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Em entrevista ao repórter João Zanini, da Rádio Eldorado, o secretário de Saúde de Maracajá, Vilmar Leandro, explicou que a situação não foi de abandono das pacientes. Segundo ele, um dos veículos da cidade levou as duas até o consultório, e outro carro foi buscá-las.


“A senhora se recusou a embarcar em outro veículo. Como o motorista tinha outros pacientes, foi buscá-los para ir embora. Temos testemunhas de outras pessoas que estavam no veículo, além do motorista. Acredito que o policial se antecipou ao registrar o boletim de ocorrência”, afirmou.


A família da idosa procurou o Portal Engeplus nesta tarde e afirma que foi informada por um policial às 18h30min dessa segunda-feira que a idosa estava abandonada no centro de Criciúma desde as 14 horas. Roseli Cardoso Rozeng, neta da idosa, saiu de Içara, onde mora, e deslocou-se até Criciúma para buscá-la. Ao chegar ao local onde estava a avó, na rua Coronel Pedro Benedet, Roseli afirmou que encontrou um carro da prefeitura de Maracajá. Ao questionar o motorista pela demora, ela afirma que teria sido tratada de forma grosseira. Elas, então, negaram-se a entrar no veículo e foram registrar um Boletim de Ocorrência.

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