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Amigos e torcedores se despedem de Alexandre

Ex-goleiro está sendo velado no, recém-instalado, crematório de Içara

Por Redação Engeplus

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Foto: Marcelo de Bona

Desde o final da noite desta terça-feira, dezenas de amigos e torcedores se despedem de Alexandre Pandóssio. Vítima de uma parada cardiorrespiratória enquanto disputava uma partida de futevôlei, o ex-goleiro do Criciúma está sendo velado, no recém-instalado, Crematório Millenium, próximo ao viaduto do bairro Presidente Vargas, na SC-445, em Içara.

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O corpo de Alexandre chegou ao local pouco depois das 22 horas, e já era aguardado por muitos tricolores. Entre eles, estava o camisa 2 do Tigre na conquista da Copa do Brasil de 1991: Sarandi.

“Além de um grande amigo dentro de campo, tive o privilégio de ter uma convivência familiar com o Alexandre, nossos filhos cresceram juntos. Nós fizemos parte de uma geração de pessoas que vieram de fora e conseguimos construir, em conjunto, uma história muito significativa representando o Criciúma. Grande parte da nossa geração ainda faz parte da cidade, o que hoje é muito difícil de acontecer no futebol”, comenta o ex-jogador.

Responsável por guarnecer a defesa tricolor e ajudar Alexandre a evitar os gols dos times adversários, o ex-zagueiro Vilmar também prestou a sua última homenagem a Pandóssio. “É difícil falar algo numa situação dessas. Foi um choque muito grande, quando recebi a notícia foi até difícil de acreditar. Convivi muito tempo com ele, tanto dentro de campo como fora. Estou muito sentido com essa perda, o Alexandre era um cara muito gente boa, super 10”, ressalta Vilmar, autor do gol mais importante da história tricolor, o do empate em 1 a 1 no primeiro jogo diante do Grêmio na final da Copa da Brasil de 1991.

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Outro ex-jogador do Tigre que veio se despedir de Alexandre foi Marinho. O meio-campo, que jogava no Criciúma em meados da década de 1980, era parceiro de Pandóssio nos jogos amistosos do time máster do Criciúma pela região Sul do Estado.

“Tivemos uma convivência na época de profissional. Quando ele foi contratado eu já havia saído do Criciúma e estava no Araranguá, mas jogamos várias vezes contra. Nosso relacionamento se estreitou mesmo no momento em que começamos a jogar juntos no máster do Criciúma, onde somos praticamente uma família. O Alexandre era um grande amigo, uma pessoa muito querida por todos, foi uma perda grande. Infelizmente, não teremos mais o privilégio da sua companhia. Mas o seu nome estará para sempre gravado na memória. Além de um grande atleta, ele foi uma pessoa incrível”, destaca Marinho.

O velório de Alexandre Pandóssio segue até às 17 horas desta quarta-feira. Em seguida, o corpo será cremado.

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