Anel Viário
Anel Viário e Via Rápida apresentados em audiência pública
Por Redação Engeplus
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Em audiência pública realizada na noite de hoje na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), o presidente do Deinfra, Paulo Meller, apresentou os projetos do restante do Anel de Contorno Viário de Criciúma e da Via Rápida, que agora se chamará SC-446. “Porém, a característica de via rápida será mantida, iniciando no Jardim Maristela, ao lado do batalhão da polícia militar, e terminando na BR-101, com um novo viaduto sendo construído, já com autorização do DNIT”, destacou o presidente do Deinfra.
A SC-446 será financiada com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que devem ser liberados no início do próximo ano. “Técnicos do BID já estiveram na região estudando o projeto e em fevereiro ou março já devemos iniciar o processo de licitação para construção da rodovia”, explicou Meller. “O prazo para conclusão da obra será de cerca de dois anos a partir do início da execução e o custo girará em torno de R$ 70 milhões. Ainda não há esse valor definido em decorrência das mudanças solicitadas pelo BID e que estamos orçando novamente”, completou.
Moradores do Jardim Maristela, representantes da Polícia Militar e o ex-prefeito de Criciúma, arquiteto e urbanista Décio Góes solicitaram um novo estudo do projeto para que a Via Rápida uma extensão da Avenida Centenário. De acordo com eles, da maneira que está orçado, o bairro Jardim Maristela sairá prejudicado. Segundo Meller, todos os estudos foram feitos e o projeto contempla o acordado no Termo de Ajustamento de Conduta feito entre comunidade e Ministério Público (MP). A expectativa é de que em 2013, 21 mil veículos trafeguem por dia na rodovia e em 2021 esse número suba para 33 mil veículos.
Anel Viário – Outro foco de debate foi o Anel de Contorno Viário de Criciúma e o trecho que falta, ligando as imediações da Sociedade Recreativa Mampituba até a Unesc, passando pelo bairro Vila Zuleima. O presidente do Deinfra declarou que 50 % dessa obra, do Mampituba ao condomínio Moradas da Colina, deve iniciar em breve, pois o Governo Federal já comprometeu-se com R$ 12 milhões. A segunda parte será licitada e construída posteriormente.
“A região está correndo contra o tempo, toda essa área é importante para o desenvolvimento de todo o Sul do estado e principalmente da região carbonífera. Se tudo sair conforme o planejado, em dois ou três anos as duas rodovias estarão prontas”, concluiu Meller.



