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Angustiado com situação incômoda do Tigre, Angeloni diz: “Vamos lutar até o fim\"

Presidente se disse angustiado com a expectativa pelos jogos ds reta final do Brasileirão

Por Redação Engeplus

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Foto: Marcelo de Bona

Às vésperas do jogo decisivo contra a Ponte Preta, Antenor Angeloni voltou a se pronunciar publicamente. Nesta quarta-feira, o presidente do Criciúma revelou estar angustiado com a expectativa pelos jogos desta reta final do Campeonato Brasileiro, mas acredita que a esperança pela permanência do Tigre na Série A pode ser renovada com uma sequência de vitórias.

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“Estamos quase caindo, estamos a perigo. Mas o fato é que os times de Santa Catarina sempre vão para a Série A, mas sempre correndo o risco de cair naquele ano, ou no ano seguinte, não vai escapar disso. A queda do Criciúma, se for o caso, para a Série B é um desastre, lógico que não é bom. Vamos lutar até o fim, mas a expectativa é bem angustiante. Estamos com jogadores machucados, cada jogo tem jogador expulso, suspenso por cartão amarelo. Então, é difícil. Não formou os onze, não tem aquele time que dá aquela confiança pra gente. Mas o Criciúma tem desenvolvido um bom futebol. Temos disputado com igualdade com esse times grandes. Vamos ver se dentro de casa nós conseguimos ganhar. Quem sabe acontecem cinco vitórias. Se ganhar três seguidas as esperanças renascem”, avalia Antenor Angeloni.


De acordo com o presidente tricolor, o Criciúma terá a estrutura necessária para se manter na Série A, sem enfrentar grandes problemas, daqui a uns três anos. “O Criciúma não tem a estrutura ainda. Vai ter a estrutura para estar na Série A quando tiver acima de dez jogadores produzidos em casa. Enquanto nós tivermos que formar um time trazendo tudo quanto é tipo de estrangeiro, contando com a competência de um gerente, vamos ter dificuldade. Porque a pessoa já está pensando agora em ir embora, em qual time vai jogar no ano que vem. É diferente quando você tem a estrutura, e aqueles jogadores que sabem que vão ficar aqui. Isso era algo que já estava no meu planejamento, o Criciúma só teria condições de estar na Série A, quando estivesse a devida estrutura, o que deve acontecer daqui a uns três a quatro anos. Não tem time de futebol que sobreviva se não tiver uma categoria de base que forneça jogadores, esse é único lado que pode salvar o Criciúma”, destaca o presidente.

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Antenor Angeloni ainda exaltou o trabalho desenvolvido pelos homens forte do futebol do Tigre ao longo do seu mandato como presidente do Criciúma: Homero Santarelli, Rodrigo Pastana e Cícero Souza. “Analisando friamente, cada um deles deu um título para o Criciúma. O Homero conseguiu ir para a Série B, não ele, mas era o gerente. O Pastana conseguiu ir para Série A, ele era o gerente, queiram ou não. O Cícero a mesma coisa, nós conseguimos o Campeonato Catarinense. O Criciúma, mediante a situação desastrosa que estava em 2010 quando nós pegamos, conquistou demais. Está com todas as obras feitas, tudo reformado e conquistando títulos. Não podemos ser exigente demais, com todo o apoio que a sociedade dá para o Criciúma, foi uma conquista homérica, não adianta criticar”, pontua Angeloni.


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