Apae de
Apae de Forquilhinha é investigada
Por Redação Engeplus
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A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Forquilhinha passa por uma investigação por problemas na diretoria em razão de irregularidades na época de transição de posse da presidência da instituição.
De acordo com o presidente da Confederação das Apaes de Santa Catarina, Júlio César de Aguiar, em entrevista ao jornal Volta Grande, a diretoria em questão foi substituída por uma interina. Ele afirma que a presidente empossada não poderia atuar no cargo, pois seu marido havia sido presidente por dois mandatos consecutivos. “O estatuto da instituição não permite que isso ocorra, por isso quando o caso foi descoberto eles foram todos afastados”, sentenciou Aguiar.
Enquanto procedem as investigações, uma diretoria provisória foi nomeada para atuar no período de 180 dias, mas o período de permanência da diretoria pode ser prorrogado, conforme o andamento do processo judicial. O promotor Gabriel Ricardo Zanon Meyer explica que também estão sendo averiguadas irregularidades como desvio de patrimônio e recursos financeiros. “A diretoria está afastada temporariamente e não poderá se candidatar ao cargo novamente, entretanto, se o Ministério Público provar que não há improbidade administrativa, eles poderão retornar ao cargo”.
A diretora interina a instituição é Maria Neiva Mezari Borges, foi nomeada pelo grupo de comissão de ética há cerca de dois meses. “ A Apae é uma instituição séria e não pode ser mal falada ou criticada. Tentamos obter informações sobre a instituição, o ensino e a parte administrativa com todos os colaboradores para entender o que estava ocorrendo e a partir daí fizemos o processo”, afirma.
A nova diretoria titular será nomeada em assembleia, assim que a instituição de Forquilhinha estiver funcionando normalmente. A diretoria interina é composta por integrantes da Apae de Cocal do sul, Içara, Lauro Müller e Criciúma.
Colaboração: Diego Albano Colombo/ Jornal Volta Grande



