NA URNA
Apelidos folclóricos voltam a apimentar disputas
Profissões, comunidades, negócios e o inusitado alimentam variedade
Por Redação Engeplus
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A disputa por uma vaga nas câmaras de vereadores pendula a cada quatro anos para muito além do campo político. Nas listas de candidatos, o ingrediente folclórico prolifera-se em apelidos que ajudam a identificar o postulante perante o eleitorado. O assunto vira pauta tão sazonal quanto obrigatória para os jornalistas.
De perfis inusitados (Serginho Marola da Tuba) até referências geográficas (Nega da Guarda), de profissões (Eduardo Cabeleireiro) a estabelecimentos comerciais (Waldir do Lojão das Baterias), cada um/a se agarra como e no que pode. O importante na estratégia é fortalecer os vínculos com determinado segmento ou comunidade.
Funciona? Com a palavra o Nosso Ronaldinho, "nick" eleitoral adotado pelo vereador Ronaldo Soares, de Araranguá, na labuta pela reeleição. Dura labuta, por sinal. Na mesma coligação e apoiando-se também no viés futebolístico, Martinho das Embaixadinhas tenta conquistar uma cadeira no legislativo.
Quem se dispuser a vasculhar o site do TSE com tempo gozará a mais divertida das leituras. Diabo Louro, Socadinho, Izabel do Kisuco, Ari Up-Side e Vidrinho ofertam um prefácio. Célia do Parkinsom, Teté do Escapamento, Nem do Seu Adílio e Tati do GG, um convite para prosseguir.
