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Após atentados, escola terá câmeras de segurança e guardas 24 horas

Nos últimos 45 dias foram registrados três atos violentos na escola, sendo que neste ano são contabilizados nove atentados

Por Redação Engeplus

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Foto: Douglas Saviato

Pais de alunos e a direção da escola básica Silva Alvarenga, do bairro Metropol, em Criciúma, estiveram reunidos com o poder público na noite dessa quarta-feira para discutir a falta de segurança na instituição de ensino. Nos últimos 45 dias foram registrados três atos violentos na escola, sendo que neste ano são contabilizados nove atentados contra a instituição. Dentre estas ocorrências, estão três incêndios. Conforme a diretora da escola, Scheide Romancini, ficou acordado que a instituição terá um vigia 24 horas. Este novo sistema de segurança começou na madrugada passada. Um profissional ficará das 19 horas às 7 horas, e outro guarda vai atuar, das 7 horas às 19 horas. “Antes, tínhamos um segurança que ficava nas dependências da escola, das 7 horas às 15 horas”, explica.

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Além disso, o local vai receber câmeras de vídeomonitoramento. A diretora não sabe quando os equipamentos serão instalados, mas deverá ocorrer ainda neste ano. Uma viatura da Guarda Municipal e da Polícia Militar de Criciúma farão rondas pelo local. “Eles não irão ficar fixos na frente da escola, mas estarão presentes em rondas pelas imediações do colégio”, pontua.

A diretora está afastada da instituição até a próxima segunda-feira. Por causa dos últimos acontecimentos e ameaças que vinha recebendo, Scheide está de atestado médico e ficará ausente da escola por dois dias. Na segunda-feira, as obras para reconstrução do local destruído pelas chamas da última terça-feira irão iniciar. “Como estou fora da escola, os trabalhos ainda não começaram, mas já recebemos alguns orçamentos para o reparo das cortinas e do forro. Como educadores sentimos muito por chegar neste estágio, ao ponto da polícia estar presente na escola, pois sabemos que o colégio não é um ambiente de polícia. Outro sentimento que temos é que foi preciso nove Boletins de Ocorrência (B.O) para que uma medida fosse tomada, talvez no segundo B.O o problema poderia ter sido resolvido”, frisa a diretora.

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