Fim de protesto
Após oito dias parados, mineiros voltam a trabalhar
Juiz concedeu o retorno das atividades mas impôs estudo de impacto ambiental em até 30 dias
Por Redação Engeplus
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Os trabalhadores da Carbonífera Criciúma voltaram as atividades na Unidade Mineira II, no bairro Ouro Negro, em Forquilhinha. Após oito dias parados por causa da cassação da licença ambiental da empresa, realizada pela Fatma por recomendação do Ministério Público Federal (MPF), 872 mineiros passaram a conviver com a incerteza, mas a partir de hoje retornam aos trabalhados.
Conforme o presidente da Federação dos Mineiros, Genoir dos Santos, a volta foi permitida pelo juiz da Comarca de Forquilhinha, mas na condição da empresa apresentar um estudo de impacto ambiental da mina em até 30 dias. Caso contrário, as atividades paralisam novamente. “A empresa pediu 90 dias para apresentar esse relatório, mas o juiz concedeu apenas 30. Agora temos que esperar para ver o que acontece, por enquanto, todos voltam as atividades”, conta.
Quanto ao salário que estava atrasado e que foi motivo de protesto desde o início da semana em frente ao escritório da instituição, em Criciúma, o pagamento deve ser feito até a próxima segunda-feira. “Uma parte já deve ser depositada amanhã mesmo. O restante do dinheiro até segunda”, explica o presidente. A reportagem tentou contato com a Carbonífera Criciúma, mas sem sucesso.



