Linha Batista
Após três meses, ponte na Linha Batista é substituída
Com o auxílio de um guindaste, estrutura começou a ser colocada nesta quinta-feira
Por Redação Engeplus
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Após 94 dias de espera e revolta dos moradores, a ponte na rua Leonardo Bialeck, próximo à igreja católica do bairro Linha Batista, em Criciúma, é substituída. No dia 18 de novembro de 2013, a estrutura de madeira utilizada pelos moradores estava deteriorada pelo tempo e começou a ser substituída, com a construção de uma base para receber uma nova estrutura, de concreto. No entanto, durante o processo para a troca da ponte, a comunidade teria que fazer um desvio por outra estrada, o que aumentou o trajeto em 15 quilômetros. Como muitos moradores passam pelo local mais de uma vez por dia, a comunidade não aceitou a construção e exigiu um desvio próximo do local. A alternativa foi viabilizada por dentro do terreno de um morador. Durante mais de três meses, carros, motocicletas e pedestres passaram pelo desvio emprovisado. E só hoje é que a ponte chegou.
Mesmo com a colocação da estrutura nesta quinta-feira, quem utiliza a via terá que aguardar por pelo menos mais uma semana para trafegar pela nova ponte. Segundo o secretário de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana de Criciúma, André de Luca, após a colocação dos módulos que compõem a ponte, profissionais da prefeitura irão trabalhar na construção da cabeceira do local, bem como no aterro nas imediações do empreendimento.
São quatro módulos pré-moldados. Eles foram colocados um ao lado do outro em pouco menos de uma hora com auxílio de um guindaste. A nova estrutura conta com cinco metros de largura e dez metros de comprimento, possibilitando a passagem de um veículo por vez. A ponte foi viabilizada através de um recurso da Defesa Civil estadual, que distribuiu mil pontes pelo Estado, uma delas, foi destinada para o bairro Linha Batista.
Conforme a coordenadora da Defesa Civil de Criciúma, Ângela Mello, às 14 horas, será feita a protensão da estrutura. Este trabalho servirá para unificar os quatro módulos. “Na região Sul do Estado, além de Criciúma foram contemplados os municípios de Forquilhinha, Morro Grande, Meleiro, Jacinto Machado e Morro da Fumaça”, enumera Ângela.
O atraso para colocação da ponte, segundo o secretário, ocorreu por causa da empresa fabricante, de Curitiba (PR), que atrasou a fabricação e, consequentemente, a entrega da estrutura. A prefeitura de Criciúma ficou com a responsabilidade da construção das cabeceiras, um investimento de R$ 50 mil. Já a ponte custou aos cofres do Governo do Estado o valor de R$ 70 mil. A Guarda Municipal de Criciúma orienta o trânsito local.



