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Após vencer luta nos EUA, pugilista Patrick Teixeira retorna a terra natal

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Divulgação

O pugilista sombriense, Patrick Alen Teixeira, que atualmente mora e treina em Santana da Parnaíba (SP), está em Sombrio curtindo a folga após vencer o americano Marcus Willis, por pontos, em luta realizada nos Estados Unidos e transmitida ao vivo pela ESPN.

Canhoto, como é conhecido no município desde seu início, aos 13 anos, por ter como base sua mão esquerda, veio rever a mãe, no bairro Januária, e alguns tios, além de visitar amigos. “Vi o Canhoto iniciar, inclusive lembro da primeira luta dele no amador, recém iniciado, sofreu uma derrota por pontos, sentiu muito, mas era visível na academia que se ele quisesse seria um bom lutador, especialmente porque tinha a base trocada, o que pega muito os adversários na surpresa”, conta o assessor de comunicação de Sombrio, Fabrício Espíndola.

De acordo com o atleta, seu professor, que iniciou sua carreira, Claudionei Lacerda, o Casca, será outro com quem ele quer conversar e matar as saudades. “Comecei ali, ele quem me ensinou o básico e me levou para Santana da Parnaíba pela primeira vez”, explica, lembrando que fora duas vezes a cidade do interior de São Paulo para aí sim ficar em definitivo.

Com 20 lutas e 20 vitórias como profissional, Patrick projeta, junto de seus empresários, brigar pelo título mundial. “São muitos lutadores bons, é um sonho chegar lá, mas tenho que lutar pelo menos mais umas cinco, ou seis vezes”, destaca Patrick.

Fora do país já foram sete confrontos, dois nos Estados Unidos e quatro no México. “Peguei um mexicano muito difícil, mas ninguém igual esse americano que ganhei por último, ele era muito duro, bati demais, especialmente no sétimo round e ele não caiu”, comenta.

Patrick ainda pretende se encontrar com o lutador de taekwondo, Fernando Boita, professor e coordenador de um projeto municipal da modalidade. “Vou dar uma conversada com o Boita também, é um amigo que também tenho das lutas”, salienta o lutador. Em Araranguá, Patrick é um dos apoiadores do projeto Boxe 100 Carência, do professor Ricardo Bert.

Colaboração: Fabrício Espíndola/Comunicação Sombrio

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