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Flexibilização

Araranguá retoma transporte coletivo com restrição para idosos

Balneário Arroio do Silva também oferece o serviço a partir desta quarta-feira

Por Thiago Hockmüller

2 min de leitura

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Foto: Jorge Pimentel/Prefeitura de Balneário Arroio do Silva

Araranguá e Balneário Arroio do Silva retomaram parcialmente nesta quarta-feira, dia 17, o transporte público municipal e intermunicipal. O serviço é prestado pela empresa Viação Cidade e atende uma série de protocolos de prevenção ao novo coronavírus, como obrigatoriedade do uso de máscaras, disponibilidade de álcool em gel e atendimento com até 50% da capacidade máxima das lotações.

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O serviço havia sido suspenso no dia 18 de março, quando iniciou no Estado catarinense o protocolo de quarentena a fim de evitar a propagação do vírus. O retorno do transporte coletivo é endossado por decretos estaduais e está previsto em decretos municipais.

Além dos protocolos adotados, em Araranguá está proibida a utilização do transporte coletivo por idosos com idade igual ou superior a 65 anos. Já no Arroio do Silva não há este impedimento, todavia, este grupo de pessoas não poderá utilizar a linha intermunicipal para se dirigir à Cidade das Avenidas ficando restrito o uso apenas para o itinerário interno.

“O serviço retomado agora é de poucas linhas nos principais horários dentro de Araranguá e o intermunicipal com Balneário Arroio do Silva. Buscamos orientar os usuários que ocupem assentos de forma espaçada com distância mínima necessária e alternando bancos. Ontem, no final da tarde, tivemos uma reunião com motoristas para explicar como agir e proceder. A fiscalização sobre os cuidados dos passageiros cabe ao municípios”, explica o advogado do departamento jurídico da empresa, dr. Aldryn Luciano de Souza.

Subsídio da prefeitura

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O retorno do transporte coletivo em Araranguá é caracterizado apenas como uma medida de urgência. A estimativa é que o custo desta operação chegue a R$ 32 mil, sem projeção de lucro. Na negociação de retorno do serviço, ficou previsto um subsídio variável de até R$ 15 mil, aportado pela prefeitura, caso a empresa não alcance o custo da operação. A verba, neste caso, complementaria o caixa ajudando a sanar os R$ 32 mil projetados.

“Estamos estimando que o custo mensal da operação em torno de R$ 32 mil para executar linhas e itinerários que estabelecidos de consenso. Deste custo, caso a empresa não arrecade o suficiente, o município, depois das devidas prestações de contas, vai subsidiar até R$ 15 mil”, explica.

Com a retomada gradativa, não há previsão de quando a empresa disponibilizará sua capacidade total de linhas. Isto está atrelado ao cenário epidemiológico dos municípios. Para conferir as linhas e horários disponíveis clique aqui.

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