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Argel: “Achamos a fórmula para escapar dessa zona de rebaixamento”

Novo comandante tricolor ficou satisfeito com atitude da sua equipe

Por Redação Engeplus

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A reestreia de Argel Fucks no comando do Criciúma não foi como ele, e toda a torcida do Tigre, gostaria. Entretanto, o novo comandante tricolor exalta o empate com o Atlético Mineiro, atual campeão da Taça Libertadores da América, e diz ter encontrado a fórmula para escapar da zona de rebaixamento.

“Fiquei contente, lógico que gostaria de ganhar. Em praticamente todos os clubes que estreei sempre ganhamos. A minha primeira estreia pelo Criciúma perdemos por 3 a 1, jogando em casa, se não me engano, foi contra o Brusque pela Copinha. Existem algumas coisinhas que precisamos melhorar. Mas o que me deixa mais confiante é a postura da equipe. Foi um time competitivo, aguerrido, o torcedor jogou junto com o time, o torcedor motivou os jogadores, deu um voto de confiança, em momento algum vaiou. Isso é importante. Nós achamos a fórmula para escapar dessa zona de rebaixamento o mais rápido possível, e a fórmula é essa”, pontua Fucks.

De acordo com o técnico do Criciúma, por muito pouco o Tigre não conquistou uma vitória diante do Galo, na noite desta quarta-feira. “Faltou um pouquinho de sorte, principalmente quando estava 1 a 1, o goleiro deles fez três defesas milagrosas no segundo tempo, o Helton não fez praticamente nenhuma. Agora, o que me deixa mais tranquilo é a atitude dos jogadores, a perseverança, os jogadores concentrados, isso me dá satisfação. Essa entrega que eles tiveram é importante, acho que no futebol também existe a parte técnica, a parte tática, mas também existe a entrega, a motivação, a determinação, a força, os jogadores do nosso time jogando para frente, sendo ofensivos. Não fomos nós que empatamos com o campeão da Libertadores. Foi o campeão da Libertadores que empatou com o Criciúma”, ressalta Argel.

Conforme o comandante tricolor, outro fator relevante para o time não ter conquistado os três pontos no estádio Heriberto Hülse, foi a expulsão de João Vitor. “Acho que o árbitro compensou um pouquinho na expulsão. Era uma jogada normal, ele não matou um contra-ataque, ou coisa deste tipo. Isto acontece muito no futebol brasileiro: compensação. Não dá para comparar as duas expulsões. O Victor era o último homem, o João Vitor não era, e a partir daquele momento complicou um pouco. Porque pensava numa substituição, já tinha chamado o Marcel, tinha em mente tirar o Tony e colocar o João Vitor de lateral-direito, que já fez essa função no Palmeiras. Nós seríamos mais incisivos, iríamos colocar muito mais pressão em cima do Atlético. A partir da expulsão do João Vitor a gente teve que repensar o jogo. Tive que segurar a entrada do Marcel, o jogo começou a equilibrar com dez contra dez. Mesmo assim, tivemos uma posse de bola muito boa e as melhores oportunidades”, avalia Argel Fucks.

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