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Partido dos Trabalhadores

Arlindo Rocha debate filas na saúde, criação do Samae e proximidade com programas do governo federal

Representante do PT também pode falar sobre orçamento e inovação

Por Thiago Hockmüller

2 min de leitura

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Foto: Thiago Hockmüller/Portal Engeplus

O candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Arlindo Rocha, participou na manhã desta segunda-feira, dia 19, do debate organizado pela Rádio Eldorado, em parceria com o Portal Engeplus e o Jornalismo UniSatc. O momento serviu para que os candidatos a prefeito em Criciúma apresentarem suas propostas.

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Ao longo do debate, Rocha fez perguntas aos seus concorrentes e também foi questionado em temas envolvendo orçamento, saúde, saneamento básico, inovação e do seu posicionamento como candidato ligado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O candidato usou a sua experiência como gestor para embasar as suas propostas. Ele foi prefeito em Maracajá entre os anos de 2017 e 2020.

“Embora haja competências [das esferas de governo], não é proibido o município tirar 20 mil pessoas da fila. As pessoas estão chorando de dor. Isso [vagas para atendimento] precisar ser comprado com recursos próprios, emendas e até financiamentos. Vamos dar medicamento, porque fizemos isso em Maracajá. Lá a devolução da Câmara de Vereadores era diretamente para comprar consultas com especialistas”, disse o representante do PT ao falar sobre Saúde.

Rocha também usou seu mandato como prefeito para abordar propostas de saneamento básico. “Eu participei em 2018 sobre a concessão da distribuição da água em Criciúma. Chegamos a conclusão de que daria para baixar a tarifa quase pela metade. Temos intenção de acabar com este convênio e criar o Samae”, pontuou. “Quando fui prefeito, todo o lixo do município de Maracajá era recolhido, separado, reciclado e vendido a cada seis meses. A venda dava para pagar toda a operação e ainda sobrava dinheiro para comprar tablet”, emendou.

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O petista prometeu fazer um governo técnico, com gestão e confiança. Ele também afirmou buscar recursos em programas do Governo Federal. “Fui o único que fez gestão. Quando você tem participação popular na gestão, você tem um orçamento participativo, controle das contas. Quando você não tem comprometimento com a população aí tem negócios. Tem negócio do lixo, dos transportes, das funerárias, da Casan. É muito negócio. É um governo sem confiança. Precisamos de um governo técnico, capaz, com gestão e de confiança, ligado aos programas do presidente Lula, que está reconstruindo o Brasil”, enfatizou.

Confira abaixo o debate na íntegra:

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