De saída
Arlindo Rocha não assume presidência do clube e deixa o Criciúma
Ele estava atuando no clube carvoeiro desde 2018
Por Rafaela Custódio
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A suspensão do presidente do Criciúma, Jaime Dal Farra, nessa terça-feira, dia 11, ontem no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) por 90 dias de exercer a função na presidência do clube carvoeiro e mais a multa de R$ 5 mil resulta na obrigação de assumir uma nova pessoa neste meio tempo. O normal seria Arlindo Rocha, vice-administrativo do clube pegar esse posto. Contudo, o mesmo disse a reportagem do Portal Engeplus que não permanece no Tricolor. Já deu os encaminhamentos para deixar o clube.
A necessidade do Criciúma pegar dinheiro de convênio federal para recursos da base faz com que o quadro administrativo, dentre uma das regras, seja que ninguém tenha vinculação política, o que impede, já que Arlindo Rocha é prefeito de Maracajá. "Quando assumi [o cargo no clube], colocaram que eu tinha prazo de validade e esse prazo chegou. Gosto do clube, da cidade, mas infelizmente não posso mais ficar no Criciúma", disse Rocha.
Arlindo é advogado por formação, mas confessa não entender quem deve assumir, já que o mesmo presidente do Criciúma e da Gestão de Ativos (GA), citando que nunca viu "o locador e o locatário serem a mesma pessoa". A reportagem tentou contato com o presidente do Conselho Deliberativo, Carlos Henrique Alamini, mas não obteve êxito.



