Festa Junina
Arraial da Apae de Criciúma homenageia Rei do Baião
Músicas do cantor e compositor nordestino Luiz Gonzaga embalaram a festa
Por Redação Engeplus
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A quarta-feira, dia 15, foi de muita animação para alunos e colaboradores da Apae de Criciúma. A festa julina anual aconteceu no ginásio de esportes e reuniu os 226 alunos e equipe docente. Um grande painel logo na entrada do local anunciava: Arraiá do Gonzagão, Rei do Baião. As apresentações aconteceram na parte da manhã e à tarde.
Além das danças típicas como quadrilha e pau de fitas, alunos e convidados puderam conhecer um pouco mais da história do cantor e compositor nordestino, Luiz Gonzaga. Um telão com fotos e informações mostrou vida e obra do artista. “Mesclamos o entretenimento com aprendizado para ensinar os alunos sobre cultura local e também nacional. Nada melhor do que uma festa de julho para tratar do tema Luiz Gonzaga, Rei do Baião”, explica entusiasmada a professora de artes Rosimeri Nandi.
Durante as apresentações artísticas os alunos da Apae foram divididos em grupos e dançaram composições como Baião de dois, Siridó e Juazeiro. O visual acompanhou a música, todos foram de trajes típicos, alguns vestidos até de Lampião e Maria Bonita, cangaceiros admirados por Luiz Gonzaga na infância.
No final do dia a festa ganhou um brilho ainda mais especial com a presença dos alunos do Bairro da Juventude, de Criciúma, que ao som de instrumentos de sopro tocaram uma das mais conhecidas melodias de “Gonzagão”, Asa Branca.
Embaixador Sonoro do Sertão - Luiz Gonzaga foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, se vestia como cangaceiro. O Rei do Baião nasceu numa sexta-feira, dia 13 de dezembro de 1912, numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe, em Pernambuco. Levou a alegria dasfestas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o Sertão Nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o Baião, o Xote e o Xaxado.
Colaboração: Douglas Nazário / Assessoria de Imprensa



