Artesanato: a produção artística que encanta as pessoas que passam pela Praça Nereu Ramos

Eduardo Fernandes Soares, é artesão e vive dessa arte há mais de dez anos na cidade

Artesanato: a produção artística que encanta as pessoas que passam pela Praça Nereu Ramos
Foto: Patrick Stüpp / Portal Engeplus

Chamar a atenção e encantar as pessoas que passam pela Praça Nereu Ramos durante a semana, é um sentimento comum na vida do artesão Eduardo Fernandes Soares. Com produções artísticas que variam de colares e pulseiras produzidas com diferentes materiais, o processo artístico é a principal forma de renda do criciumense, trabalhando com artesanato há mais de dez anos no Centro de Criciúma.

O artista destaca que o que motiva sua produção e o processo criativo, é a vontade e o gosto que tem de se expressar para as pessoas. “As pessoas que passam por aqui todos os dias conseguem ver que minha mesa está sempre repleta com minhas produções, e é isso que move o artista. Principalmente, porque elas conseguem perceber o amor que eu tenho por isso que eu faço todos os dias”, enfatiza.

Além da paixão pela arte, Fernandes afirma que o que move, acima de tudo, o trabalho de um artistas é, basicamente, a sua inspiração. O artista não tem uma rotina fixa para trabalhar, o que faz a sua produção ser feita conforme as suas ideias vão aparecendo e fluindo à medida que o trabalho é feito.

“Para conquistarmos a inspiração não tem segredo, temos apenas que gostar do que estamos fazendo. Como artista, sempre gosto de ressaltar que nós somos os nossos chefes e vivemos de forma independente. Então, se gostamos do que estamos produzindo, isso fará nosso trabalho sempre fluir e encantar cada vez mais pessoas”, destaca.

A vida de quem vive apenas do processo artístico

Mostrar a importância que a arte tem, é o que o artesão proporciona todos os dias para as pessoas que visitam e olham a sua mesa na praça durante a semana. De acordo com o artista, as pessoas conseguirem viver apenas da sua produção e expressão artística é um ato revolucionário.

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“A gente vive de forma independente, e em todos os meus anos trabalhando nesse emprego, foi a melhor decisão que fiz. Eu conseguir viver mostrando minhas ideias, inspirações e me expressando para as pessoas ao meu redor, é algo que não tem preço para quem tem a oportunidade de sentir”, conclui.

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