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Artistas realizam ação performática a favor da cultura

Manifestação deve questionar a falta de espaços para exposições artísticas e atividades culturais

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

A Associação Sul Catarinense de Artes Visuais (Ascav) realiza neste sábado, dia 20, mais uma manifestação em prol da cultura de Criciúma. A partir das 10 horas, artistas plásticos, estudantes e comunidade participam da performance Casa sem Cultura, na Praça Nereu Ramos. O intuito da ação é questionar a falta de espaços para as exposições de arte e atividades culturais.

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De acordo com o artista plástico, Jonas Esteves, todos podem participar do protesto, sendo que cada participante irá levar um móvel ou utensílios domésticos para a frente da Casa de Cultura Neusa Nunes Vieira. "O objetivo é gerar o questionamento de onde está a casa da cultura? onde está a sede dela hoje? Continuando discussão da retirada da Galeria de Arte Octávia Gaidzinski e também do Centro Cultura Jorge Zanatta. E também questionar o suporte ao artista, cadê o apoio da Fundação Cultura de Criciúma (FCC)? É muito interessante fazer festas, eventos, porque movimenta a Cidade, mas e apoio quanto aos artistas visuais?", questiona.

Segundo ele, durante a semana os membros da Ascav produziram um material informativo impresso a respeito da ação, e realizaram panfletagem e manifestações na universidade e alguns locais da cidade para mobilizar mais pessoas para o ato.

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A performance Casa sem Cultura - A performance, de acordo com o artista plástico Joelson Bugila, que atualmente mora no Rio de Janeiro, mas visita Criciúma nessa semana, é uma ideia coletiva para chamar a atenção do público. "Estou em Criciúma, e acho que pude contribuir de alguma forma, porque devemos, sim, lutar para os nossos direitos da cultura. A ideia parte pra mostrar que a cultura está sem casa em Criciúma, não temos mais o Centro Jorge Zanata, não tem espaço da galeria, e então fica a cultura na cidade? Quando deixamos algo exposto, na rua, vem a se estragar. Por isso a ideia dos utensílios, para mostrar pras pessoas que as coisas estão se estragando. Não temos casa e estamos passando por frio e fome", explica.

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