Assédio do
Assédio do PSDB leva Gélson a adiar ida para o PDT
Por Redação Engeplus
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Trabalhista ou tucano, eis a questão que o vice-prefeito Gélson Fernandes terá que resolver nos próximos 30 dias. A sua decisão de não participar do Governo Antonelli, aliada ao fato de ser uma liderança política em ascensão, fez a direção do PDT protelar a adesão ao novo secretariado, mas gerou um efeito colateral: o PSDB está de olho no seu passe.
"A pressão é muito grande", admitiu hoje o vice-prefeito. "O PDT representaria um desafio para mim porque necessita de uma ampla reestruturação local", expressou. "Já o PSDB possui uma estrutura respeitável e certamente facilitaria a realização de um projeto político pessoal." Na dúvida, Gélson optou por prolongar as consultas até o final de março, sem pressa para decidir.
"O PDT exerce um fascínio muito grande, é como um apelo juvenil devido à minha militância nos tempos de universidade e também porque sempre fui um simpatizante do Brizola", comentou. "Mas se depender da minha família e das minhas bases no Rio Maina e na Grande Próspera, o caminho mais óbvio é o PSDB pelo espírito de oposição à atual administração."



